Museu Itinerante do Sincontábil

ATIVIDADES

25|ABRIL|2008

Mostra na Faculdade Cidade Verde - Dia do Contabilista

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A primeira mostra do Museu Itinerante dos Contabilistas aconteceu em 25 de abril de 2008, durante registro da passagem do Dia do Contabilista pelos acadêmicos de Ciências Contábeis da Faculdade Cidade Verde.

06 A 10|OUTUBRO|2008

Mostra na Semana do Contador da Universidade Estadual de Maringá

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Parte do acervo do Museu Itinerante do Sincontábil foi exposta na XX Semana do Contador da Universidade Estadual de Maringá, entre os dias 6 e 10 de outubro.

04 A 07|NOVEMBRO|2008

Mostra na Biblioteca da Unifamma - Faculdade Metropolitana de Maringá

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Muitos acadêmicos de Ciências Contábeis visitaram a biblioteca da Unifamma, entre os dias 4 e 7 de novembro, para conhecer o acervo do Museu Itinerante dos Contabilistas.

16 | MAIO | 2009

Mostra na Festa dos Contabilistas

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O Sincontábil expôs o acervo do museu na noite de 16 de maio, no Mont Serrah Eventos, durante a festa em comemoração ao Dia do Contabilista. Em um salão anexo foram expostas máquinas de escrever, calculadoras, somadoras, relógio de ponto, impressoras e uma prensa, a maioria equipamentos usados até o final da década de 1980, quando aumentou a informatização nas empresas contábeis.

19 | ABRIL | - 12 | MAIO | 2010

Mostra na ACIM - Associação Comercial e Empresarial de Maringá

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Parte do acervo do museu ficou exposta no corredor de entrada da associação entre os dias 19 de abril e 12 de maio. A movimentação de pessoas no local é muito grande e pode chegar a duas mil diariamente, quando todos os auditórios e salas de treinamento são usadas. Foram expostas principalmente máquinas de escrever, calcular, somar e uma prensa, equipamentos usados nas empresas contábeis até o início dos anos 90.

PARTE DO ACERVO

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COLABORADORES

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Acadêmicos de ciências contábeis reuniram-se com diretores do Sincontábil em 10 de novembro de 2008, ocasião em que receberam certificados e diplomas em reconhecimento pela colaboração que estão prestando ao museu itinerante. Os acadêmicos Evandro Lazarin, Nádia da Rocha Ferreira, Thiago Inácio Cirino, Jaime Kazuo Funak, Daniella Thais da Silva, Jonathas Braido e Marcos César Barros receberam certificados de escudeiros; o empresário contábil Juliano Arduin e o acadêmicos Alexandre Yasunori Hasegawa receberam diplomas de beneméritos.

DOADORES

João Narciso [Escritório São Paulo] doa calculadora e somadora

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O empresário contábil João Narciso de Souza, do Escritório São Paulo, doou uma calculadora Facit e uma somadora Precisa ao museu itinerante. A entrega das máquinas foi feita no dia 2 de novembro de 2008 à coordenadora do museu, Denisa Maria Borçato e ao presidente do Sincontábil, Orlando Chiqueto Rodrigues. As máquinas são mecânicas e foram usadas até meados da década de 90, quando as empresas contábeis passaram a substituir gradativamente as máquinas mecânicas por elétricas. O Escritório São Paulo foi os segundo escritório contábil a ser registrado em Maringá, em 17 de fevereiro de 1967. Desde então funciona no mesmo local, na Avenida São Paulo, 977.

19|FEVEREIRO|2009

Devanir Martins doou prensa

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Joel Azevedo de Oliveira, Antônio Gaspar Rafael e Douglas Marcelo Martins (na foto, da esquerda para a direita), entregaram a prensa a Claudinei de Lima Nascimento, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Unifamma, parceira do Sincontábil na guarda do acervo do museu. A prensa foi usada nas empresas contábeis para confecção dos livros Diário e Razão. Com o passar do tempo, principalmente a partir de 1985, as empresas contábeis começaram gradualmente a abandonar as prensas e a confeccionar os livros com uso de computadores. Devanir, o doador, é maringaense e mudou-se para Tomé Açu, no Pará, em 1982, onde instalou na época o Escritório Contábil Maringá. A doação da prensa foi viabilizada por Douglas Marcelo Martins, irmão de Devanir.

20|FEVEREIRO|2009
Zanzal Mattar doou calculadora

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O artista plástico Zanzal Mattar estudou e trabalhou com contabilidade na juventude e por volta de 1962 conheceu e usou calculadoras iguais a que doou ao museu. "Comprei essa máquina em 1970. Eu lembrava que já tinha usada máquina igual, que conhecia ela e comprei prá guardar, já não trabalhava com contabilidade e quase não precisava da máquina. Comprei prá preservar," conta ele, acrescentando: "Em 1970 já estavam aparecendo novos modelos de máquinas de calcular, mais modernas."

Zanzal Mattar passou a se dedicar exclusivamente às artes plásticas a partir de 1970 e tornou-se um artista bastante respeitado. Muitas de suas esculturas, telas e murais estão expostos em importantes locais de visitação pública.

17|MARÇO|2009

Maurício Gilberto Cândido [Escoplan] doa relógio ponto, fax e máquina de escrever

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Denisa Maria Borçato, coordenadora do museu e o diretor do Sincontábil, Antônio Gaspar Rafael (Toninho), receberam a doação do empresário contábil Maurício Gilberto Cândido [Escoplan) ao museu: um relógio ponto, aparelho de fax e uma máquina de escrever.

31|JULHO|2009

Armando Tavares doa calculadora e máquina de escrever

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O contabilista Armando Tavares doou uma máquina de calcular e outra de escrever ao museu e a entrega foi feita aos diretores do Sincontábil, Odair Domingos Figueiredo e Denisa Maria Borçato. As máquinas serão expostas em eventos futuros dirigidos aos contabilistas e acadêmicos de Ciências Contábeis. Tavares é um pioneiro maringaense. Ele concluiu o curso técnico em contabilidade em maio de 1953, na Escola Coelho Neto, em Santos-SP, e um ano depois veio para Maringá acompanhado da esposa Maria Hylma. Durante mais de vinte anos trabalhou na Germani, empresa dos irmãos Guido e Emílio, com ponto de venda na Avenida Getúlio Vargas (na época chamava-se Ipiranga) e fábrica de colchões na Avenida Mauá. Nos anos 1968 e 69 foi sócio de Ebal Dezontine no Escritório Santista de Contabilidade e a partir de 1970 trabalhou no ramo atacadista, na empresa Irmãos Agostinho. Também manteve negócios no ramo de copias e criou a Copicentro e Copiadora Tavares, em 1975, onde ainda mantêm expediente durante algumas horas do dia, ajudando um dos filhos na administração da empresa. As máquinas doadas ao museu eram de uso pessoal de Tavares.