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| Norma altera substituição tributária no Supersimples | |||||
| Programa da Declaração do ITR estará disponível dia 10/8 na internet | |||||
| Paraná lembra Dia de Prevenção a Acidentes de Trabalho | |||||
| Parte do Sped será concluída em 2010 | |||||
| Receita divulga códigos do parcelamento da Lei 11.941/2009 | |||||
| Reunião técnica discute lei do Empreendedor Individual | |||||
| Sebrae faz seminário em Maringá para divulgar Empreendedor Individual | |||||
| Armando Tavares, memórias de um pioneiro da contabilidade maringaense | |||||
| Dia 31, último prazo para parcelar o valor da inscrição na 15ª Convenção dos Contabilistas do PR | |||||
| Programa de Formalização do Empreendedor Individual chega a mais três estados | |||||
| Pagamento de seguro-desemprego no semestre foi recorde no governo Lula | |||||
| Decreto que prevê ajuda a agricultor familiar que teve perdas está no Diário Oficial | |||||
| Ato que autoriza parcelamento de dívidas com a União está no Diário Oficial | |||||
| Novos procedimentos vão agilizar o processo de licenciamento ambiental | |||||
| Palestra gratuita sobre Planejamento Tributário em tempos de crise | |||||
| Serviços no site com procuração RFB | |||||
| Mais facilidade para consultar erro na Declaração Mensal de Serviços | |||||
| Convenção vai reunir profissionais, professores e estudantes de contabilidade em Cascavel | |||||
| Dívidas com a União acima de R$ 10 mil poderão ser parceladas a partir de agosto | |||||
| Acordo vai reconhecer direitos de indígenas na Previdência Social | |||||
| Ministro diz que reforma da Lei Rouanet vai combater apartheid cultural no Brasil | |||||
| Juntas Comerciais discutem implantação do empreendedor individual | |||||
| Paraná esclarece dúvidas sobre o Empreendedor Individual | |||||
| Glória e Alex vencem o torneio de vôlei de areia dos contabilistas | |||||
| Data para pagamento do DAS é prorrogada | |||||
| Andradas é campeão do torneio de futsal dos contabilistas | |||||
| INSS publica instrução normativa que consolida procedimentos | |||||
| Ouvidoria da Previdência reduz o tempo de resolução das demandas | |||||
| Decreto autoriza uso de créditos de ICMS em investimentos industriais | |||||
| Mudança na taxação de frigoríficos será mandada nesta semana para análise do governo | |||||
| Otimismo atinge 25 dos 27 setores pesquisados pela CNI | |||||
| Adesão do Brasil a sistema internacional de registro de marcas reduzirá custo para empresas | |||||
| Comissão aprova exigência para grande empresa publicar balanço | |||||
| Projeto cria dedução no IR para garantir renda extra a autônomos | |||||
| Ecobras e Fenix Contabilidade fazem jogo de abertura do torneio de futsal | |||||
| Prefeitura alerta sobre cobrança de ISSQN | |||||
| Registro no Programa de Formalização do Empreendedor Individual é totalmente gratuito | |||||
| Paraná gerou 40,5 mil empregos com carteira assinada no semestre | |||||
| CRCPR e Sincovel lançam, em Cascavel, a 15ª Convenção dos Contabilistas do Paraná | |||||
| Sped: Receita amplia obrigatoriedade de adesão à NF-e | |||||
| Cronograma de convergência para IFRS está mantido, apesar de revisões | |||||
| INSS: Cálculo do atraso pode ser feito pela internet ou Central 135 | |||||
| Cartilha destaca inovação para micro e pequenas empresas | |||||
| Prefeitura vai multar DMS com erro | |||||
| Equipe da Secretaria de Fazenda esclarece dúvidas de contabilistas | |||||
| Prefeitura cobrará, com multas, as pendências de ISSQN | |||||
| Esporte movimenta fim-de-semana dos contabilistas | |||||
| Roteiro para o Microempreendedor Individual (MEI) | |||||
| Microempreendedor Individual: Receita reduz documentação e facilita inscrição no CNPJ | |||||
| Vendas do comércio varejista do Paraná crescem acima da média nacional | |||||
| Teto do Simples Nacional pode subir para R$ 3,2 milhões | |||||
| Confederação de Municípios classifica de "aberração" repasse de recursos no país | |||||
| Consumidor quita dívidas e inadimplência no comércio cai no mês de junho | |||||
| Receita Federal e Sebrae assinam convênio | |||||
| Machado comandará Receita | |||||
| Refis pode dar novo fôlego às empresas | |||||
| Parcelamento de dívidas permite a empresas regularizar situação fiscal | |||||
| Receita Estadual alerta empresários sobre ação de pessoas que oferecem “proteção fiscal” | |||||
| Tributarista explica funcionamento do Conselho de Contribuintes | |||||
| Jocopar e Unimed foram algumas das pautas da reunião da Fecopar | |||||
| Convenção vai levar centenas de pessoas a Cascavel, em setembro | |||||
| MEI deve trazer avanço social para o país, acredita presidente da Fecopar | |||||
| Junta Comercial do Paraná cancela registro de empresas inativas | |||||
| Atletas do Jocopar deverão comprovar pagamento da contribuição sindical | |||||
| Sindicatos promovem debate sobre obrigatoriedade e importância da contribuição sindical | |||||
| Informar microempreendedor é maior dificuldade de nova lei | |||||
| Senado regulamenta atividade de motoboys, mototáxis e motovigias | |||||
| Diário Oficial traz publicadas medidas do Codefat para microcrédito | |||||
| Ipea traça perfil do empreendedor individual | |||||
| Mudança no conselho provoca expectativa entre os contribuintes | |||||
| Pedidos de recuperação judicial aumentam 185% | |||||
| Quem tem direito e como requerer o salário-maternidade | |||||
| No Paraná, 55 mil devem ser formalizados até 2010 | |||||
| Dia do Comerciante será comemorado em Maringá com série de palestras | |||||
| Prazo de adesão à renegociação de dívidas rurais é prorrogado por três meses | |||||
| Inscritos na dívida ativa podem pedir exclusão do cadastro pela internet | |||||
| Balanço do Sped Contábil | |||||
| Governo estuda medidas para desonerar folha de pagamento | |||||
| Após 30 anos, Planalto quer novo golpe contra burocracia | |||||
| Fecopar participa do lançamento do Microempreendedor Individual no SEBRAE-PR | |||||
| Palestra gratuita aborda conflitos sobre ICMS | |||||
| Comissão aprova 40h de trabalho semanal e aumento na hora extra | |||||
| Convenção Coletiva do comércio de Maringá foi prorrogada até final de julho | |||||
| Comissão aprova PEC que reduz jornada de trabalho para 40 horas semanais | |||||
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Índice de Confiança da Indústria chega ao mais alto patamar desde outubro de 2008 | ||||
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Receita prorroga em 15 dias prazo para empresas entregarem declaração | ||||
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Requião destaca política fiscal do Paraná para enfrentar crise | ||||
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Assembleia Legislativa conclui trâmite da lei de incentivo fiscal para emprego | ||||
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Empreendedor individual será dispensado de IRPF | ||||
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Da informalidade ao empreendedorismo | ||||
| Contabilistas farão atendimento gratuito ao empreendedor individual | |||||
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Brasil entra na era da abertura de empresas pela internet | ||||
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Rachão de futebol suíço nas noites das quartas-feiras continua prestigiado | ||||
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| Sebrae faz seminário em Maringá para divulgar Empreendedor Individual
Maringá,
28|07|2009 O Sebrae realizou hoje de manhã um seminário para divulgar o projeto de formalização econômica conhecido como Empreendedor Individual, que é a criação de empresa individual que tenha receita de até R$ 36 mil/ano. Serão concedidos vários benefícios para essas empresas, como isenção de tributos e simplificação de rotinas burocráticas. O seminário foi conduzido na maior parte do tempo pelo coordenador de políticas públicas do Sebrae/PR, César Reinaldo Rissete, que falou sobre a empresa individual como ferramenta de promoção da cidadania e expôs diversos aspectos técnicos do projeto de formalização. “O objetivo é dar condições para que as pessoas tenham capacidade de empreender e que criem uma pequena empresa, que possa se transformar numa média empresa e depois numa grande empresa”, disse ele, acrescentando: “com essa iniciativa estamos ajudando esses pequenos empreendedores, para que eles conquistem cidadania e dignidade, através da geração de emprego e renda.” O projeto de formalização Empreendedor Individual está sendo conduzido por vários órgãos da administração pública, nas esferas dos governos da União, Estado e município, com apoio de organizações classistas e sociais. O Sebrae é um dos principais articulares do processo. A expectativa é que ocorra no Paraná a formalização de 55 mil empreendimentos que atualmente são informais e que isso provoque um impacto positivo na economia. A estimativa do Sebrae é que exista no Paraná cerca de 450 mil empreendimentos informais e 6 milhões de empresas atuando na economia formal. Custo – A principal despesa para o Empreendedor Individual será a contribuição para a Previdência Social, no valor de R$ 51,15 para uma cobertura previdenciária de 1 salário mínimo. Além disso, ele pagará somente taxas mensais simbólicas de R$ 5,00 para o imposto sobre serviços cobrados pelas prefeituras e R$ 1,00 para o imposto sobre circulação de mercadorias (ICMS), cobrado pelo Estado. Não haverá recolhimento de tributos para o Governo Federal. Obrigações – O Empreendedor Individual está dispensado de fazer escrituração fiscal e contábil, de fazer vistoria quando a atividade for de baixo risco e de emitir nota fiscal quando vender produto ou serviço a pessoa física. Terá que reter notas fiscais de compras feitas em nome da empresa, emitir nota fiscal quando vender produto ou serviço para outra empresa e elaborar um registro simplificado das vendas efetuadas, mesmo que feito de próprio punho. Nem todas as atividades econômicas podem ser enquadradas e usufruir dos benefícios concedidos ao Empreendedor Individual. Existe vedação para as atividades com profissão regulamentada (que exige formação em curso superior), empresas de conservação, vigilância e limpeza, de construção de imóveis (mesmo em forma de subempreitada), de execução e projetos de paisagismo, decoração e interiores. O seminário de hoje foi acompanhado por líderes da administração pública e de organizações classistas, entre eles o prefeito de Maringá, Silva Barros; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Valter Viana; o vereador Flávio Vicente; o presidente do Sincontábil, Orlando Chiqueto Rodrigues; o presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Fampepar), Ercílio Santinoni; o gerente executivo do INSS/Maringá, Valmir de Souza Tomaz; o relator da Agência Regional Maringá da Junta Comercial do Paraná, Valmir Cardoso da Costa e o superintendente da Caixa, Fábio Luis Calefi Navarro. O presidente do Sincontábil, Orlando Chiqueto Rodrigues, falou rapidamente aos participantes do seminário e disse que os contabilistas devem ajudar na formalização dos empreendedores individuais. “Nós devemos aproveitar essa ocasião para ampliar nossa rede de relacionamentos,” disse ele, acrescentando: “Também devemos acreditar e contribuir para que esses empreendedores cresçam economicamente e tenham maior participação na economia regional.” A formalização do Empreendedor Individual ainda não está disponível em todos os Estados brasileiros. Ela começou a ser feita no Distrito Federal em 1º de julho e já está sendo estendida a Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A expectativa é que todos os Estados brasileiros possam fazer a formalização a partir de 1º de outubro.
Armando Tavares, memórias de um pioneiro da contabilidade maringaense
O texto a seguir foi escrito pelo contabilista Armando Tavares, para integrar acervo de documentos da Prefeitura do Município de Maringá, relacionado aos pioneiros que colonizaram a cidade e região. Meu pai, JOSÉ TAVARES, filho de Manuel Tavares e de Joaquina Martins da Costa (lavradores), nascido em 9 de maio de 1900, em Regoufe, da freguesia de Covêlo de Paivó, em Portugal. (falecido em Santos, SP. Em 20 de dezembro de 1963). Minha mãe, JOSEFA RUIZ DA LA CRUZ GARCIA, filha de Don Gregório Ruiz Garcia e de Maria de la Cruz Garcia Freita, nascida em 22 de junho de 1910 em Usagre, província de Badajós, em Espanha. (falecida em Santos, SP em 19 de dezembro de 1992) Casados em Santos, Estado de São Paulo aos 18 dias de setembro de 1926. Deste casamento ainda vivos, tiveram os filhos DANIEL TAVARES, nascido em Santos, Estado de São Paulo, aos 16 dias de Julho de 1929; ARMANDO TAVARES. nascido em Santos, Estado de São Paulo, aos 12 dias de junho de 1934 e OSWALDO TAVARES, nascido em Santos, Estado de São Paulo, aos 9 de julho de 1937. Nasci numa rua chamada Caiubí na parte antiga de Santos e puxando pela memória alguns flashes aparecem em minha memória. Como quando meus pais tinham o comércio de quitanda e como eu era muito novo, deixavam-me numa caixa forrada para poderem atender os fregueses. Lembro-me também que tinha uma barbearia no vizinho e que a filha do vizinho me levava e me sentava na cadeira de barbeiro e me assustava com o esguicho de água. Acho que nesta época eu caí da varanda de um sobrado na Rua São Francisco e quebrei o nariz, sorte que morávamos bem em frente a um hospital; não morri porque ao cair enrosquei num varal de roupa que amorteceu a minha queda. Numa outra ocasião quase cortei o dedo polegar da mão esquerda com uma machadinha. Numa outra época meu pai tinha comercio de sacaria e me lembro subindo pilhas de sacaria vazia. Mudamos para a rua Cristiano Otoni, eu devia ter mais ou menos 7 anos. Foi quando meu primeiro dia de escola, no Grupo Escolar Municipal Bartolomeu de Gusmão, todo pessoal de minha idade, com lanches e me chamou a atenção de um garoto que estava com um cacho de bananas enorme (era o lanche dele). Iniciei o curso primário no Colégio Municipal Bartolomeu de Gusmão em 1942 e terminei em 1946 pelo Grupo Escolar Municipal “Olavo Bilac”. Iniciei o curso ginasial em 1947 e terminei em 1950 pelo Colégio “Tarquínio Silva”. Como optei pelo curso de técnico em contabilidade iniciei em 1951 na Escola Técnica de Comércio São Paulo e em 1952 e 1953 cursei e terminei o curso na Escola Técnica de Comercio “Coelho Neto” recebendo o titulo de “Técnico em Contabilidade”. Mudamos para o bairro do Marapé, Rua Bento de Barros nº11, onde passei a estudar no Grupo Escolar Municipal Olavo Bilac, época em que terminei o curso primário. Mudamos para o bairro da Ponte Vermelha, Projetada 107, depois, Rua Particular de Carrilho, perto do Estádio do Santos Futebol Clube e da Portuguesa Santista. E seguindo meu irmão Daniel, passei a fazer o curso de técnico em contabilidade, pelo Liceu São Paulo e depois pela Escola Técnica de Comércio Coelho Neto, onde me formei Técnico em Contabilidade. Aqui vivi minha adolescência, com muitas companheiras e companheiros, permanecendo uma amizade forte com um companheiro que se tornou muito amigo, chamado Raul Simões, foi nessa época que freqüentávamos bailes, matinês do Centro dos Estudantes de Santos, e muitos outros inclusive “furando” festas de casamento, onde normalmente tinham bailes. Todos os sábados e domingos tínhamos um baile para ir, éramos “vidrados” em festas em que havia baile. Na Rua Particular de Carrilho na Ponte Vermelha, ajudei meu pai em trabalhos manuais um tanto rudes; ajudei a fabricar tambores para lixo, cortando tambores vazios de gasolina ou óleo de 100 litros, no meio com talhadeira e marreta fazendo acabamento dobrando a parte de cima e colocando dois puxadores com rebites, dando finalmente o acabamento com pintura com tinta à óleo preta. Houve um período em que fabricávamos fogões à carvão, abrindo latas de óleo vazias de 20 litros, instalando uma armação de tijolos e grelha e acabamento meio rústico; mais tarde, conhecemos um italiano, lembro ainda o nome dele “José San Severino” que nos ensinou a fabricar fogões com pernas de folhas de flandres, presos com rebites e armação de tijolos e grelha, finalmente com acabamento com tinta preta para chassis, ficaram bem parecidos pelos fabricados por uma industria de São Paulo. Até que meu pai vendia bastante o problema era que os operários eram eu e meu pai e nós não dávamos conta. Meu irmão Daniel já estava trabalhando numa empresa de despachante aduaneiro; e, terminando o primário (14 anos) minha mãe e meu pai, resolveram que o melhor era eu também trabalhar fora, pensando no meu futuro. Meu irmão Daniel, nesta altura estava trabalhando no IAPETC (Instituto de Aposentadoria e Pensões de Empregados em Transportes e Cargas) e casualmente estavam contratando “contínuos” (Office Boy) e consegui um lugar. Infelizmente ou felizmente, não durou muito tempo: Um dia estava eu em meu posto, quando um colega também “contínuo”, resolveu vir no meu andar e me tomar um lápis; eu não deixei e quando estávamos no corpo a corpo disputando e bendito lápis, a porta do elevador se abriu e, demos de cara com o delegado do IAPETC. Não demorou 15 minutos e estávamos os dois na rua, não quiseram nem saber quem tinha razão, os dois fomos para a rua despedidos. Meu pai me arrumou mais tarde serviço na firma S/A Levy Comissária e Exportadora de Café, onde comecei em 1947, como office-boy sem qualquer registro e como agradei, registraram-me em 1º de fevereiro de 1950 como “auxiliar de escritório”. Foi uma época muito boa, comecei a aprender a lidar com o meu dinheiro. Meu salário, assim como o de meu pai e meu irmão Daniel, todos os meses eram entregues ainda no envelope para minha mãe, que era a “financeira” da casa. Ela controlava bem o financeiro, tinha verba para o Daniel, tinha a verba para mim que era para o bonde e para algum salgadinho; nos domingos tinha verba para algumas coisas extras. No trabalho, no serviço externo eu era ligeiro, fazia os serviços como se todos fossem com urgência e voltava logo para o escritório. No serviço interno eu era muito curioso, queria conhecer o serviço de todos. Como a empresa era exportadora de café, toda a correspondência e telegramas codificados eram na língua inglesa, e assim me vi estudando numa escola de cultura americana o que me facilitou bastante no escritório porque assim às vezes passavam para mim datilografar alguma carta em inglês, rascunhada pelo chefe; paralelo às cartas aprendi a receber e passar telegramas codificadas em inglês. Os salários dos funcionários da empresa eram relativamente pequenos, como eles diziam, o suficiente para viverem relativamente bem. No final de cada ano após balanço geral, a empresa distribuía para cada funcionário uma gratificação de acordo com o desempenho da empresa; dependendo do ano, recebia-se 10, 15. 50 100 salários de gratificação anual. Era como ganhar na loteria, só que dependia dos resultados da empresa. Não lembro e não consigo precisar mas, mais ou menos 1949/1950, só sei que foi um ano de ouro para o café, mas, nessa gratificação que ganhei, foi o suficiente para comprar para mim, uma bicicleta nova Hercules verde, a primeira condução da família e ainda foi uma boa parte de pagamento, cerca de CR$30.000,00 para a compra da casa da família sito à Rua Alfredo Albertini nº 277 em Santos. SP., compra esta bastante incentivada pela minha avó (Abuela), minha mãe e, com aval de meu tio Paco (Francisco), irmão de minha mãe. Finalmente a partir daqui, passamos a morar em nossa casa própria. A casa estava feia, cerca arrebentada, casa em alvenaria de tijolos, com porão de mais ou menos 2,00 de altura. A parte de cima sobre piso de madeira. Começamos uma reforma para deixar a casa em condições de morar. Terminada a reforma chegou a vez da pintura. Como sempre minha avó (Abuelita) preparou as tintas e pintava as partes baixas e eu e Daniel pintávamos as partes mais altas. Tudo bem até chegarmos a parte externa. O forro do beiral ficava a mais ou menos 6 metros e não tínhamos escada. Achamos a solução pegando as duas mesas da sala e colocamos a escada em cima delas. Eu lembro que peguei o pincel e a lata de tinta e subi de um lado da escada e o Daniel do outro lado. Quando cheguei ao topo senti que o beiral subia. Na realidade, contaram-me depois, eu é que descia com pincel e tinta me esborrachando no chão. Como não amarramos os dois lados da escada, ela se abriu e eu e Daniel rolamos lá de cima, como eu estava mais alto meu tombo foi maior. Foi o susto e escoriações; o resultado é que chamamos um pintor profissional e ele acabou de pintar o beiral da casa. Com a mudança para Rua Alfredo Albertini, continuamos eu e meu amigo Raul, a freqüentar bailes, irmos à praia do José Menino (canal 1), jogávamos voleibol ou banhos de mar ou ainda vendo as meninas. Num dos frequentes bailes, num domingo no Hotel Palace na praia de José Menino, conheci uma bela morena, linda mesmo, e quando nossos olhares se cruzaram, não sabíamos ainda, mas ia ser para sempre. Conversamos e quando terminou o baile fui levá-la em casa dela à Rua Alfredo Schamas nº 20 que, casualmente era a uma quadra onde eu morava. HYLMA SALGADO CESAR, nascida em Santos aos 27 dias do mês de novembro de 1933; filha de Ary Salgado Cesar e Hylma Salgado Cesar (mãe), tinha dois irmãos mais novos: Roberto e Naysa. O pai era funcionário público do Estado de São Paulo e a mãe era funcionária pública da Prefeitura Municipal do Guarujá. Foi emocionante o dia que conheci a mãe dela. Namorávamos no portão da casa dela, ela do lado de dentro e eu do lado de fora. Da porta da casa até o portão era uma descida forte e o piso era de cerâmica encerada; Resultado ela veio me conhecer e na descida ela escorregou e se “esborrachou” batendo forte no portão onde eu estava. Ficou aquela situação, eu do lado de fora sem poder ajudar, Maria Hylma ria às gargalhadas e minha futura sogra, com aquela fleuma como se não tivesse acontecido nada, levantou-se e me cumprimentou. Muito prazer. E rimos todos bastante. Na casa dela moravam também a avó paterna Dona Cotinha e o tio por parte do pai, Mario. Freqüentavam também a casa a Nana (uma tia que criou dona Hylma) e um primo que chamavam de Sinhô. Enquanto em período de namoro, freqüentei muito a casa e me apeguei muito a todos daquela casa, mais afetivamente à Dona Cótinha e à Nâna (eram minhas aliadas). Namoramos bastante, como morava distante menos de 200 metros, cada folga de horário de trabalho ou de escola, lá estávamos nós juntos namorando, e sábado à tarde e domingo então era o dia inteiro e a noite também; freqüentávamos bastante a bailes do Centro dos Estudantes de Santos, e onde houvesse baile; domingos de manhã praia. Bons tempos aqueles e aproveitamos bastante. Passeios ao Monte Serrat, Orquidário, e Aquário Municipal na Ponta da Praia. Fizemos passeios na Colônia de Férias do Sesc em Bertioga em 09/1953; uma outra vez à Santo André no Clube Atletico Aramaçã em 21/04/1953; Praia da Enseada, Praia de Pernambuco, Praia do Astúrias, Praia das Galhetas em Guarujá em Maio e Julho de 1953; Morro de Santa Terezinha em Julho de 1953; na General Motor em São Caetano, na Ilha Pochat; outro passeio feliz foi em Termas de Lindóia já em fevereiro de 1955. aliás último passeio em tempo de solteiros. Em março de 1953 Maria Hylma formou-se no curso de corte e costura com uma bonita festa e logicamente baile na Sociedade Humanitária de Santos. Em 18 de dezembro de 1953 me formei “Técnico em Contabilidade”, houve a colação de grau em solenidade no Clube Atlético Santista, dos Contabilistas de 1953, pela Escola Técnica de Comércio “Coelho Neto” O ano de 1955 foi um ano de grandes decisões; na volta do passeio que fizemos à Termas de Lindóia em fevereiro de 1955, eu e M.Hylma, achamos que estava na hora de pensarmos em nossa futura vida em comum. Analisamos nossas possibilidades de ganhos e chegamos a conclusão que casar e ficar em Santos, São Vicente e bairros adjacentes, a única possibilidade era morarmos ou na casa de meus pais ou na casa dos pais dela. Não era bem isso que queríamos. A firma em que eu trabalhava, tinha na ocasião um ponto de compra com máquina de beneficiamento de café na cidade de Maringá, no Estado do Paraná; acabei sabendo que estava também em Maringá o filho de um casal de espanhóis, muito amigos de minha avó e minha mãe, chamado Cruz Barroso de Rivas, que nós já o conhecíamos quando éramos mais novos, e, tínhamos também um irmão de um colega que estudou comigo chamado Ebal Dezontini. Em minha casa, conversei com minha família, meu pai, minha mãe, minha Abuelita e meu irmão mais velho Daniel. De princípio acharam que eu estava louco, que eu só tinha 20 anos (iria completar 21 somente em junho) etc. etc. mas acabei por fim fazer valer minha vontade de querer casar. Tendo o apoio de minha família, confirmei minha intenção junto à M.Hylma e à família dela que, também concordaram com nosso casamento e pretensões futuras.. Em meio aos preparativos para o casamento que ficou marcado para 28 de junho de 1955, conversamos bastante sobre como faríamos com a situação financeira e, concordamos em eu tirar férias e irmos após o casamento, para Maringá e, durante as férias tentar encontrar trabalho e ganho suficiente para vivermos lá. Conversei com o chefe do escritório Sr. Demétrio Silva que foi meu padrinho no casamento, e ficou combinado que eu ficaria de férias durante 30 dias, deixando também assinado minha carta de demissão logo após as férias. Si eu voltasse à Santos ele rasgaria a carta de demissão e si eu ficasse em Maringá, daria entrada da carta de demissão. Com o máximo de economia, foi realizado nosso casamento dia 28 de junho de 1955 no civil e no religioso na Igreja do Embaré. Recebemos muitos presentes dos parentes e amigos e dos colegas funcionários da S/A Levy ganhei o presente em dinheiro. Para nossas despesas em Maringá do dinheiro que conseguimos juntar fiz uma transferência por cheque do Banco Brasileiro de Descontos S/A. no valor de CR$25.005,00 (meu salário na época era de CR$3.000,00 mensais). Após o casamento e recepção partimos de Santos em “Lua de Mel” e pernoitamos em São Paulo. Após almoço, fomos para o aeroporto e embarcamos num avião “Douglas” da “Real” e após mais ou menos duas horas descemos em Mandaguari porque tinha chovido e não podíamos descer em Maringá, conforme já nos tinham avisado. De Mandaguari à Maringá viemos numa “jardineira” da “Garcia” aonde chegamos aproximadamente às 18 ou 19 horas, já noite escura na estação rodoviária na hoje chamada Praça Napoleão Moreira da Silva. Apareceu um rapaz oferecendo um bom hotel no centro, etc.; Cansados acompanhamos o rapaz que nos levou pela Avenida Duque de Caxias até a Avenida Tamandaré, paralela à estrada de ferro, e entramos numa construção de madeira que ele chamou de hotel. Fizemos a ficha de entrada com uma iluminação muito ruim e seguimos para o quarto reservado. E agora? olhei para Maria Hylma e ela para mim. E agora? Resolvi: Vou procurar o Cruz Barroso.... e ela: eu vou junto, não vou ficar aqui. Fechamos o quarto e saímos tomando um táxi que nos levou na loja de sacaria do Cruz Barroso, na Avenida Brasil, perto da Igreja São José. Falamos com o sr. Miguel Zaponi que era proprietário do imóvel e ele nos informou que o Cruz deveria estar jantando no Hotel Líder na Rua Bandeirantes, hoje Rua Joubert de Carvalho nº 1280. Tivemos sorte, ele estava lá e recepcionou-nos com alegria. Quando falamos onde estávamos, ele respondeu que lá não era lugar de ficar e, falando com o dono do Hotel Líder, conseguiu para nós um quarto no andar de cima e, imediatamente fomos buscar nossas malas naquele “muquifo”, e ficamos hospedados no Hotel Líder. Era domingo, jantamos ali mesmo, conversamos bastante com o Cruz e cansados fomos ajeitar nossas malas e dormir. Na manhã seguinte após o café da manhã, verificamos que o hotel era em alvenaria e de boa apresentação, fomos conhecer as redondezas: não existia calçada e muito menos ruas pavimentadas, tudo era terra vermelha, somente na Avenida Ipiranga (Getulio Vargas) tinha um trecho que era de paralelepípedos, onde já existia o Cine Maringá. Nos primeiros dias conhecemos mais dois santistas, que foram muito importantes no início de nossa vida em Maringá: Enzo Scarlate (funcionário de Cruz Barroso) que me levou a diversos lugares, apresentando-me em diversas empresas e pessoas, como candidato a um emprego. Também procurei e me apresentei ao irmão de um amigo meu de Santos, Ebal Dezontini, na época contador da SINOP e quando disse que procurava trabalho, pediu-me para escrever um trecho escrito manual e após olhar o escrito disse a sua maneira franca e direta “nossa, que letra horrível”, foi sempre um grande amigo e companheiro. A primeira visita a procura de trabalho foi, naturalmente a Maquina de Café de propriedade da firma onde eu trabalhava em Santos, onde conversei com o gerente Leonardo Levy, que recebeu-me muito bem mas estava com a equipe completa no momento. A segunda visita foi na Cafeeira Morais Barros, onde procuramos um primo do pai de M.Hylma, que era um dos sócios da empresa sr. Rui de Moraes Barros, que recebeu-nos muito bem e levou-nos para almoçar na casa deles, apresentando-nos sua esposa Gyselda. Após agradável almoço, desejou-nos boa sorte e disse para contarmos com ele para o que precisássemos. A titulo de experiência, por indicação de Enzo e Cruz, comecei a trabalhar numa máquina de café de propriedade do pioneiro Mario Rossi, no Maringá Velho, onde fiquei uns 10 a 15 dias, mas, não era minha área e saí. Um fato interessante: Um dia um sitiante levou umas amostras de café em coco e o Sr.Mario após descaroçar o café e fazer os cálculos deu o preço ao que o sitiante não concordou e pediu para devolver o café descascado. Após muita discusão ficou com a amostra e empurrou aos trancos o sitiante finalizando com um pé no traseiro do sitiante. Nesse meio tempo, o Enzo e o Cruz, continuaram procurando alguma coisa ligada com contabilidade porque eu tinha um diploma de “técnico em contabilidade” de 1953 que poderia me valer de alguma coisa. Arranjaram serviço na Serraria Werneck de Waldomiro Werneck também pioneiro, na Avenida das Industrias, como auxiliar de contabilidade e fiquei mais ou menos uma semana. Tinha um contador italiano que mal falava o português e acho que não gostou de minha presença. Finalmente também com indicação do Enzo e do Cruz fui admitido na firma E.Germani & Cia. em julho de 1955 na Avenida Ipiranga (hoje Avenida Getulio Vargas) nº 50, onde primeiramente conheci o Sr.Guido Antonio Germani (contador e sócio) e depois o sr. Emilio Germani que estava em Santos, resolvendo problemas familiares. A empresa tinha a loja na Avenida Ipiranga (hoje Getulio Vargas) nº 50 e uma fábrica de camas “patente” na Avenida Mauá. Aqui deu muito certo, o Guido foi me orientando sobre contabilidade e eu fui aprendendo a fazer todos os serviços da loja. Éramos só nós treis e o único empregado era eu. Valeu a pena e eu estava com a corda toda, tinha que dar certo e eu dei tudo de mim, tinha muita necessidade de que desse certo. Um fato importante pela novidade e pela catástrofe: Em 31 de Julho de 1955 fomos ao Cine Maringá, na Avenida Ipiranga, e assistíamos a dois filmes: me lembro que era sobre uma nevasca num laranjal e o outro era no pólo norte, geleiras e mais geleiras; no cinema estava muito frio e eu achava que era influência dos filmes, e após algumas reclamações de M..Hylma, resolvemos sair, e, quando chagamos na rua deparamos todos os carros com uma camada de gelo. Para nós uma novidade nunca vista, mas estava muito frio e fomos direto para o hotel e nos enfiamos em roupas de lã e debaixo de cobertas. No café da manhã, saímos um pouco na rua e ainda tinha muitos lugares com gelo, se tivesse uma torneira fora da casa, não saia água porque estava congelada. Quando cheguei no Germani, estava com roupa de lã, com casaco e luvas porque o frio era forte, tinha dificuldade de me movimentar, escrever à máquina (datilografar) nem pensar porque os dedos estavam completamente duros. O Guido ria de mim mas, ele estava acostumado com o frio e eu não. A loja do Germani era como um centro comunitário, aparecia gente de todo lado para comentar os acertos e desacertos de tudo o que acontecia na cidade e região e, com a geada então se tornou como um muro de lamentações, todo mundo desesperado, fazendeiros chorando, era uma coisa que eu nunca tinha visto, um caos. Nessa época veio de Santos os Snrs. Demétrio Pereira da Silva, chefe do escritório e meu padrinho de casamento e o sr. Renato Levy, sócio da empresa em que eu trabalhava eu Santos, afim de verificarem os prejuízos pela queima do café. Chamaram-me e após explicarem-me as conseqüências da terrível geada no Norte do Paraná, o prejuízo foi enorme para todos, não foi só para quem tinha os pés de café, mas para todos, lavoura, comércio, indústria, serviços, porque toda a região dependia quase que exclusivamente da produção do café, etc., etc. e ofereceu o meu emprego de volta em Santos. Agradeci e pedi dois dias para resolver. No final do dia após fechar a loja, procurei o sr.Emilio Germani e comentei a conversa com meus ex-empregadores. Após os comentários sobre as conseqüências da geada, ficou-me gravada as palavras finais do Sr.Emilio Germani: “Estas crises, como a geada, por vezes é ruim, mas tem seus pontos positivos, vão-se embora os aventureiros e ficam os corajosos, que têm fé e acreditam em Maringá, e aí tudo melhora. Eu confio em Maringá”. No dia seguinte, após conversar com minha esposa e com sua concordância, dei a resposta a meus ex-empregadores, agradecendo-lhes a bondade da proposta: “Eu fico em Maringá”. Apesar de todas as dificuldades e prejuízos, ficam as esperanças de que tudo crescerá de novo, novos dias virão. Solucionamos o problema de aluguel de casa, que não era fácil. As casas eram muito ruins, em geral eram casas de madeira com água de poço raso e banheiro fora de casa, as boas eram caras. A solução foi um acordo entre eu, minha esposa, e o casal Enzo e Elizalande Scarlate e o solteiro e amigo Cruz Barroso. O Enzo arrumou e alugamos uma casa grande na Rua Martin Afonso nº 814 na zona 02. A casa tinha 3 quartos, sala, cozinha, banheiro com chuveiro dentro da casa, luz elétrica, a água puxada com motor/bomba para caixa d’agua e um belo quintal. Armando/Hylma compraram móveis do quarto e da sala; Enzo/Landa compraram móveis do quarto e cozinha e o Cruz os móveis do quarto dele. Dividimos o aluguel pelos três. Acomodamo-nos bem porque o Cruz Barroso saia de manhã e só voltava à noite. O casal Enzo/Landa, almoçavam na casa dos pais do Enzo; praticamente ficávamos eu e M.Hylma ocupando por mais tempo a casa. A dificuldade para lavar roupa era um sacrifício enorme para as donas de casa, tinham que esfregar a roupa e depois colocadas no varal, e quando recolhidas já secas, estavam sujas pela poeira marrom outra vez. Nosso divertimento nessa época era ir ao cinema, ir ao Horto Florestal, raramente ao baile no Aéro Clube de Maringá e outras vezes simplesmente passear pelas ruas de Maringá. Na esquina da Avenida Ipiranga (Getulio Vargas) com a rua Aquidabam que depois passou a ser Rua Deputado Néo Alves Martins, estava instalada a Coletoria Estadual do Paraná em Maringá, onde era coletor o sr. Néo Alves Martins que mais tarde foi eleito deputado. Quando chegamos em Maringá era prefeito o sr. Inocente Villanova Junior do PTB, para a gestão administrativa de 14/12/1952 a 14/12/1956., era vereador na época Basílio Sautchuck, Jorge Ferreira Duque Estrada, Arlindo de Souza, Napoleão Moreira da Silva, César Haddad e outros. Em 26 de outubro de 1955, às 18 horas nasceu nosso primeiro filho Renato Tavares, pesando 2,250 quilos, com estatura de 0,55 cms., com a presença da avó, dona Hylma Salgado César, sendo atendido pelo Dr. Galileu Pasquinelli Filho, que teve mais trabalho com a avó da criança do que com a mãe, no Hospital e Maternidade Modelo de Maringá, onde hoje está construído o Shopping Aspen Park. As primeiras visitas foram: Elizalande Scarlate, Emilio Germani e Dona Elza, Guido Germani e dona Maria, Caetano Masson, Armando Bettinardi, Benedita. Renato foi batizado em 03/11/1956 sendo padrinhos os avós Ary Salgado Cesar e Hylma Salgado Cesar. Passados algum tempo Cruz Barroso casou e comprou casa; O casal Enzo/Landa mudaram-se para Santos e nós, eu, M.Hylma e nosso filho Renato, ficamos sós na casa alguns anos. Foi uma grande felicidade e muita sorte ter sido admitido na firma E.Germani & Cia, em 1955. foi lá que durante mais de dez anos, compartilhei e aprendi a trabalhar com companheirismo, trabalhava-se com vontade, com prazer, sempre fui tratado com muito companheirismo, com muita amizade; recebia conselhos, aprendia o relacionamento familiar com os dois irmãos Emilio e Guido, com suas esposas Dona Elza e Dona Maria e também com os filhos. Com companheiros de trabalho lembro bastante dos amigos. Caetano Masson, Armando Bettinardi, Mario Medeiros de Carvalho e outros. Em 1957 uma das grandes construções foi o Grande Hotel, que hospedou grandes personalidades brasileiras e internacionais como os então Príncipe Akihito e Princesa Mitiko (hoje imperadores do Japão) ficou o mais suntuoso hotel da região, de propriedade da Cia.Melhoramentos Norte do Paraná, sendo o seu primeiro gerente o Dr.Herbert Mayer. No final de 1956 tivemos também a eleição para prefeito, sendo eleito o sr. Américo Dias Ferraz (PSP), que ficou famoso pela construção de uma fonte luminosa, orgulho do povo na época, na Praça Raposo Tavares. Por ocasião do 10º aniversário de fundação de Maringá, em 10 de Maio de 1957, estava na calçada da loja de E.Germani & Cia na Avenida Ipiranga nº 50 (hoje Avenida Getulio Vargas onde está hoje o Restaurante Calçadão), assistindo ao espetáculo aéreo de aviões da FAB, quando um destes aviões deu um “rasante” quase na altura dos fios que atravessavam a avenida, tão baixo que não perceberam os dois mastros de bandeira que havia na Praça Raposo Tavares, batendo com a asa esquerda num dos mastros (de cano galvanizado), espatifando-se no páteo em frente à antiga estação ferroviária, bem onde tinha uma grande caixa d’agua. Estive no Grande Hotel onde estavam hospedados os oficiais da aeronáutica, apesar dos semblantes sérios, comentaram que estes acidentes são fatalidades que acontecem e que todos estão preparados para estes acontecimentos. Em 24 de outubro de 1957, outra grande festa foi a posse do primeiro Bispo Diocesano de Maringá, Don Jaime Luiz Coelho, e, aproximadamente dois anos depois iniciou-se a campanha para construção da Catedral, do qual participei com muito trabalho junto com meu compadre José Juan Requena com a barraca espanhola, onde chegamos a trazer a Orquestra Cassino de Sevilha que apresentou um grande show. No inicio de 1959, graças à coragem de alguns gerentes de bancos, consegui comprar uma data. Sempre que podia, mensalmente fazia pequena reserva do que “sobrava” ou nós fazíamos sobrar no mês, para tanto principalmente consegui comprar uma ½ data na zona 2 de esquina; na base do “papagaio bancário”; O primeiro com o amigo Cláudio Schiarpa para 90 dias. Como não tinha dinheiro suficiente para liquidar tudo, fazia outro “papagaio”em outro banco (Góes do Sul Americano), mais 90 dias, passava para outro banco (Nelson Gaburo do Noroeste), mais 90 dias, passava para o Banco Nacional com Ermelindo Bolfer, ou ainda com o Banco Bahia com o Thomaz Aquino Negreiros, e assim sucessivamente reduzindo a divida a cada renovação até a liquidação final, procurando nunca renovar no mesmo banco, pagando direitinho nos vencimentos. O mesmo sistema foi aplicado na compra de nossa primeira residência em 16/02/1959, uma casa de madeira, sito à Rua Pintanina nº 161 (hoje Dr.Arion Ribeiro de Campos) na zona 2, com cozinha, fogão à lenha bem montado em tijolos e rebocado de vermelhão e alisado, a cozinha era toda preta de fuligem e gordura nas paredes e teto, a água era tirada do poço com um “sarilho”, corda de cizal e um balde de zinco, puxados à manivela de madeira.. Dei parte de pagamento com dinheiro que meus pais me mandaram de Santos (trinta mil cruzeiros) mais um “papagaio” no banco e liquidei, providenciando logo a escritura definitiva. Os “papagaios” foram sendo liquidados graças aos gerentes de bancos que me deram crédito na época. Nesta casa, por necessidade, é que aprendi a ser “pedreiro”, “carpinteiro”, “eletricista”, “pintor”, etc.etc.etc.e aos poucos fui melhorando as condições de morada de minha família. Durante este período, duro, com muito trabalho, aprendi minha profissão de contador e todo o serviço de escritório, ajudei a carregar e descarregar mercadorias da loja (bombas d’agua, motores mas ainda o pior era descarregar, desmontar e montar os famosos fogões a lenha “Wallig” (todo feito de ferro). Eu e o Guido montávamos os fogões e ainda empilhávamos treis deles, um sobre o outro. No fim do dia estávamos moídos. Mas também tinha os domingos em que passeávamos até a igreja, ou íamos ao cinema, ou passear no Horto Florestal. Alem disso fiz amizades e participei de jogos de voleibol participando do Grêmio 10 de Maio em 1956, jogando com Nilo, Duty, Rubens, Armando Bettinardi e outros., tendo sido campeões do Torneio Estímulo de Volley Ball, onde jogamos com os times do Hermacia e Prosdócimo. Logo que mudamos para nossa casa, fizemos algumas reformas na cozinha, colocamos bomba com motor elétrico para puxar água do poço para a caixa d’agua e compramos um fogão à gás (o segundo fogão funcionando em Maringá, o primeiro se não me engano foi para Rodolfo Maibon Moreira), a casa toda foi pintada com tinta à óleo sendo a parte externa com a cor laranja. Ficou conhecida pela vizinhança como a casa cor de Crush (refrigerente de laranja). Em 7 de março de 1959 às 3,25 horas nasceu nosso segundo filho FLÁVIO TAVARES, com 3,150 quilos e 0,51 cm., atendido pelo Dr.Galileu Pasquineli Filho e com a presença da avó Dona Hylma. As primeiras visitas foram: Elza e Maria Germani, Izabel Dezontini, Terezinha, D.Carolina, Albertina, Conceição, Elza Bettinardi, Dona Amparo e Pepe. Foi batizado em 12 de abril de 1959 na Igreja N.S.Glória de Maringá e foram padrinhos: José Tavares e Josefa Ruiz Tavares. Todos os natais e finais de ano, passávamos com os Germani e normalmente festejávamos com o compadre deles chamado Avelino Bellincanta. O sr.Bellincanta era dono de um sitio mais ou menos perto do hoje Clube Olímpico, onde alem de outras coisas, tinha um belíssimo parreiral e era revendedor ou distribuidor de vinhos do Rio Grande do Sul. Na maioria dos anos ele convidava todos os viajantes do Dias Martins, do Veríssimo e outros que distribuíam os vinhos que ele representava. Churrasco e vinho eram servidos à vontade e, logicamente alguns (muitos) passavam da conta e eram levados pelos colegas e os depositavam na carroceria dos caminhões, onde dormiam e não davam trabalho até os caminhões os levarem de volta. O Bellincanta fazia umas bebidas light, como por exemplo vinho com mel batidos no liquidificador. Uma delícia para quem gosta de bebidas doces. Minha sogra adorou e eu avisei: Bebida doce é uma delicia mas sobe muito à cabeça, cuidado. E ela gostou muito da bebida, tanto que precisei arrumar uma cama na casa do Bellincanta, onde ela dormiu até a hora de irmos embora, ela não viu festa alguma. Certa vez numa brincadeira de compadres, Bellincanta e Caetano Mazzon que depois de algum tempo achamos hilário e na hora foi um susto danado. Esses dois estavam sempre brincando, um empurrava o outro, aprontando sempre brincadeiras um com o outro. Acho que Caetano estava cuidando do churrasco e estava com um pano ou toalha que brincando batia com a toalha no Bellincanta, até que num momento, passou a toalha no pescoço do Bellincanta e apertou não calculando a própria força, o susto foi quando o Bellincanta sufocado desmaiou. Foi um Deus nos acuda, por sorte logo após o Bellincanta voltou a si e o Caetano ouviu alguns palavrões em italiano. Como normalmente faziam. Em 1959, vieram nos visitar, meu pai (José Tavares) minha mãe (Josefa), meu irmão Oswaldo com a noiva Clair. Foi nessa época que Oswaldo pretendia casar e também queriam vir para Maringá. Depois de algum tempo, conversei com meu amigo e compadre Izidoro Sagrillo que era carpinteiro, marceneiro e combinamos de fazer uma casa de madeira para moradia de um casal, que ficou pronta em meados de setembro de 1959. Meu irmão Oswaldo veio para Maringá e foi trabalhar com meu amigo Cruz Barroso de Rivas. No inicio de outubro foi para Santos e casou com Clair Symanowicz em 8 de outubro de 1959 e quando voltaram, vieram para morar nesta casa. Neste período de 4 anos, ainda pouco se tinha para fazer como divertimento: Bailes no Aéro Clube de Maringá, dos Comerciários, no Grande Hotel, passeios no Horto Florestal e as vezes no Cine Maringá. Quando queríamos ir ao cinema, eu falava com Dona Elza (esposa de Emilio Germani) e ela prontamente aceitava que nós deixássemos nosso filho Renato na casa deles, enquanto nós íamos ao cinema e naquela época minha condução era uma bicicleta com uma cadeirinha para Renato e garupeira onde se acomodava minha esposa e lá vínhamos e íamos nós, rasgando a escuridão com o farol da bicicleta. Algumas vezes passávamos algum medo porque naquela escuridão alguns cachorros achavam de vir tentar morder nossos pés e a gente tentava espantá-los no grito, outras vezes para nos defender dos cachorros, eu levava uma vara de mais ou menos dois metros e assim nos defendíamos dos agressores. Certa vez, depois de uma bela chuva meu irmão Oswaldo me pediu carona na garupa da bicicleta até o centro. O chão de barro molhado é muito escorregadio mas, como a gente já estava acostumado, andava bem no chão molhado e escorregadio. Vínhamos nós pela Rua Mem de Sá quando a minha frente vi duas grandes poças de água barrenta com uma faixa de uns 5 a 10 centímetros bem no meio separando as duas poças. Não tive dúvidas, gritei para Oswaldo, se equilibra que eu vou passar....... Logo no começo da faixa, o pneu da frente escorregou e mergulhamos cada um de nós numa das poças de água. Resultado, depois de boas risadas voltamos para casa encharcados de lama, tomamos um bom banho, trocamos de roupa e fomos a pé para o centro. No março de 1960 foi uma época em que matei a saudade que tinha de meus pais e minha abuelita (avó por parte da mãe) que vieram passar uns dias em Maringá. Depois vieram também a mãe e irmão da Clair (minha cunhada). Em 1961 vieram também Dona Cotinha (avó de M.Hylma) que ficou morando conosco durante algum tempo. Meu irmão Daniel, desde que chegamos em Maringá em 1955, sempre vinha à Maringá, ver como estávamos. Ele nunca demonstrou mas eu sabia que ele vinha verificar como estávamos, si estávamos agüentando o “tranco”, se estávamos felizes, se estávamos aceitando a vida que estávamos vivendo, enfim sempre se preocupando conosco e, pronto para nos ajudar no que precisássemos. Aos 30 de Maio de 1963, nasceu nosso terceiro filho HYLTON TAVARES, às 2,50 horas, com 3,050 quilos e 0,50 cm, no Hospital e Maternidade Modelo e na falta do Dr.Galileu (que estava viajando) quem atendeu foi o Dr. João Biron. O nome foi escolhido de uma revista médica que estava no hospital e eu sugeri porque as treis primeiras letras eram as mesmas da mãe. As primeiras visitas foram: Oswaldo/Clair, Ayrton/Ica, Roberto, Benedito, Dona Cotinha, Conceição, Amparo, Dineide, Iracema Paiva. Foi batizado em 12 de junho de 1963 na Igreja N.S.Glória sendo padrinhos José Juan Requena e Amparo S. Barberá. Foi eleito prefeito de Maringá o Dr. João Paulino Vieira Filho (PSD) para gestão de 15/12/61 a 14/12/1964. Quando recebi o diploma de técnico em contabilidade no final de 1953, eu já trabalhava na firma S/A Levy Comissária e Exportadora de Café cerca de seis anos e, estava estudando também a língua inglesa, porque era necessário no meu trabalho e já estava decepcionado pelo curso que fiz e que neste momento não sabia o que fazer com ele, limitando-me guardar bem guardado e meu diploma, orgulho de meus pais. Quando estávamos fazendo projetos para vir para Maringá, lembrei-me do diploma e carinhosamente senti que ele poderia me ser muito útil em Maringá, ao contrario do curso de inglês e conhecimento em exportação de café que não ia me ajudar em nada, pelo menos naquela época, que simplesmente colhia-se café em coco, beneficiava-se e mandava para os exportadores. O problema maior é que eu tinha um diploma mas, não tinha nenhuma prática. No primeiro emprego em Maringá, tratei de informar logo que era diplomado mas não tinha pratica. Acharam que não tinha problema, que eu iria aprender logo. Nos dias em que ali trabalhei, não achei documento hábil nenhum e inclusive fazia-se cálculos nos talões de notas fiscais, arrancavam folhas enfim, achei melhor retirar-me e procurar outro lugar. No segundo emprego, já era uma empresa organizada com o ramo de serraria e tinha um contador já a algum tempo e eu iria entrar para ajuda-lo onde precisasse, sabendo que eu era bom datilografo e precisando aprender sobre o trabalho de contabilidade. Acho que ele não gostou porque fiquei uma semana e ele não me deu nada para fazer. Acabei indo embora. Finalmente tive a grande sorte de ser apresentado pelo Cruz Barroso e pelo Enzo Scarlate ao sr. Guido Antonio Germani. Apresentei-me dando todas as informações sobre meu serviço em Santos, meu casamento, minha intenção de vencer e trabalhar com o maximo de esforço, com toda a dedicação e disponibilidade e que tinha um diploma de técnico em contabilidade mas sem nenhuma prática em contabilidade. Pediu-me para aguardar o irmão dele, sr.Emilio Germani que estava em Santos resolvendo problema de família, mas enquanto ele não chegava eu podia já começar trabalhando a partir do dia seguinte. Quando o sr.Emilio voltou para Maringá, conversamos e confirmou a minha admissão na empresa, tendo sido registrado já a partir de 1º de agosto de 1955. Como já disse, tive muita sorte em trabalhar com os Germani, fui um privilegiado em trabalhar com eles, aprendi muito em todo o tempo que trabalhei com eles. O Guido foi um professor paciente, um amigo que me ajudou bastante em tudo o que acontecia e como fazer as coisas. A loja era frequentadissima pelo pessoal de Maringá, principalmente do pessoal que vinha do sul, era uma espécie de consulado da região sul e parecia que todo mundo conhecia o sr.Emilio, talvez porque antes de vir para cá, ele trabalhava com uma das empresas mais importantes do sul, a firma Ponzoni, Brandalise, da região de Caxias do Sul, o certo é que se quisesse saber sobre Maringá e região era só falar com ele. A empresa também era fabricante de camas (Camas Germani) . A madeira roliça já vinha pronta também do sul, e aqui, faziam as telas de arame e as molas; Depois eram montadas e vendidas em toda a região. A loja vendia bombas d’agua de superfície e de colocar dentro do poço, motores elétricos, fogões a lenha marca Wallig e muitas peças e acessórios para fazendas, fazíamos seguro conta fogo, acidentes pessoais ou em grupo, fazíamos muito pela Cia.de Seguros Minas Brasil. Certa vez chegou um caminhão carregando um enorme fogão industrial Wallig cujo destino era a Santa Casa de Misericórdia de Maringá, não tenho certeza mas parece que foi doação por intermédio do Rotary Club.
Serviços no site com procuração RFB Todo contribuinte pode autorizar o acesso ao atendimento pela Internet a terceiro com Certificação Digital - (IN/RFB 944, de 29 de maio de 2009) O contribuinte PF ou PJ pode outorgar poderes a terceiro que possua certificação digital, para que este, em nome do outorgante, utilize os serviços disponíveis no sítio da RFB com o seu certificado digital. Não há necessidade do outorgante possuir certificado digital para outorgar a procuração RFB. A procuração deverá ser impressa e assinada pelo outorgante na presença de servidor de unidade de atendimento da RFB ou ter firma reconhecida em cartório. Quando se tratar de pessoa jurídica, deverá ser assinada pelo responsável da empresa perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). O contribuinte PF ou PJ deve apresentar a Procuração RFB, no prazo de 30 dias da emissão, em qualquer unidade de atendimento da RFB, juntamente com cópia autenticada do documento de identificação do outorgante e do outorgado informados na procuração, sendo que a autenticação das cópias também poderá ser efetuada pela própria unidade de atendimento da RFB, mediante apresentação dos documentos originais. Os poderes delegados pelo outorgante, em hipótese alguma, poderão ser modificados por servidor da RFB. Esta procuração será validada para utilização exclusiva nos serviços que exigem certificação digital no sitio da RFB, não tendo validade para o atendimento presencial. A procuração poderá ser cancelada a qualquer momento pelo outorgante no sítio da RFB, mediante palavra-chave utilizada para emissão da procuração, ou na unidade de atendimento da RFB. Para emitir a procuração acesse: www.receita.fazenda.gov.br (Empresa ou Cidadão / Todos os Serviços / Procuração Eletrônica e Senha Para Pesquisa Via Internet / Solicitação de Procuração para a Receita Federal do Brasil) Mais facilidade para consultar erro na Declaração Mensal de Serviços A prefeitura de Maringá criou mais duas ferramentas no ISS Fácil para o contabilista consultar ocorrência de erro na Demonstração Mensal de Serviços (DMS), utilizando a rede internet. Uma ferramenta permitirá consulta às informações já declaradas referentes a serviços prestados e serviços tomados – acesso a uma cópia de DMS já enviadas ao sistema – e a outra permitirá consulta sobre notas fiscais não declaradas, em sequência de numeração. O acesso aos dois novos tipos de consulta deve ser feito com uso do programa ISS Fácil, a partir do site da prefeitura: www.maringa.pr.gov.br. Convenção vai reunir profissionais, professores e estudantes de contabilidade em Cascavel Assessoria CRCPRPalestra do repórter da Rede Globo Caco Barcellos, show com o comediante Fábio Moraes e com a Orquestra Paranaense de Viola Caipira são algumas das atrações da 15ª Convenção dos Contabilistas do Paraná; além de uma programação técnica instigante: Fórum de debates sobre a Lei 11.638/07 e sobre o Sistema Público de Escrituração Contábil (SPED); talk show sobre "Os Destinos da Profissão Contábil", mediado por Sandro Dalpícolo, da Rede Globo, e inúmeros fóruns, reunindo empresários da contabilidade, professores, estudantes, mulheres contabilistas, auditores e para debater responsabilidade social. Inscrições, programação completa, informações sobre hotéis, passagens, etc, no site www.crcpr.org.br. O evento, de 23 a 25 de setembro, deve reunir pelo menos mil pessoas no Centro de Convenções e Eventos de Cascavel.“Mais tradicional evento da classe contábil paranaense, a convenção merece ser prestigiada pelos profissionais, professores e estudantes de contabilidade. Ela é ao mesmo tempo oportunidade de atualização de conhecimentos e de confraternização”, argumenta o presidente do CRCPR, Paulo Caetano. O presidente da Academia de Ciências Contábeis do Paraná, Luiz Fernando Torres Cardoso, reforça: “Na era do conhecimento e da contabilidade digital, a informação é o fator que faz a diferença”. Fórum de debates Uma das novidades da convenção será o Fórum de Debates, no segundo dia, 24 de setembro, sobre as Principais Alterações Introduzidas pela Lei 11.638/07, mediado pelo conselheiro do CFC Nelson Zafra, pelo Auditor Contábil Everson Breda Carlin e pelo vice-presidente de Fiscalização do CFC, Enory Luis Spinelli. O formato interativo do debate é inédito. Caco Barcelos Cláudio Barcelos de Barcelos, mais conhecido como Caco Barcellos, um dos repórteres mais famosos da televisão brasileira, com mais de vinte anos de atuação no Globo Repórter, Fantástico, Jornal Nacional e no Profissão Repórter, vai ministrar a palestra magna do dia 25. Jornalista que se especializou em investigação, documentários e grandes reportagens sobre injustica social e violência, Caco nasceu na periferia de Porto Alegre, na Vila São José do Murialdo, onde desde menino testemunhou a brutalidade policial que ainda domina alguns setores da corporação. Antes de trabalhar para a Rede Globo, foi repórter dos maiores jornais do Brasil e das revistas semanais IstoÉ e Veja. É autor de vários livros, entre os quais, Rota 66, que fala sobre a polícia que mata em São Paulo e que lhe custou oito anos de pesquisa, muitas noites de insônia e várias ameaças. A investigação levou à identificação de 4.200 vítimas, todos jovens e pobres, mortos pela Polícia Militar de São Paulo. Depois do lançamento do livro, Caco foi obrigado a passar um período fora do Brasil, pois corria risco. Abusado, o dono do morro Dona Marta é um relato do tráfico nos morros cariocas, de como "nascem" os traficantes e do relacionamento entre eles e a comunidade; e Nicarágua: a Revolução das Crianças, sua primeira obra editorial e pouco conhecida, sobre o movimento sandinista que tirou a Nicarágua das garras da ditadura de Anastasio Somoza. Envio de estudos Pesquisadores em geral que quiserem expor suas idéias devem enviar seus trabalhos até o dia 31 de julho através do Portal da Convenção. Cada autor pode apresentar até três trabalhos inéditos. Para serem aceitos, os trabalhos devem ser elaborados nas seguintes áreas temáticas: Teoria da Contabilidade; Contabilidade Gerencial; Contabilidade Internacional; Contabilidade para Usuários Externos; Auditoria e Perícia; Contabilidade Governamental e do Terceiro Setor; Governança Corporativa, Ética e Responsabilidade Social; Educação e Pesquisa em Contabilidade; Contabilidade Ambiental e Balanço Social; e Contabilidade Rural. Glória e Alex vencem o torneio de vôlei de areia dos contabilistas
Maringá, 22|07|2009
A dupla Glória/Alex venceu Márcia/Anderson e conquistou o título de campeã do torneio de vôlei de areia dos contabilistas, realizado no último sábado (18), na cancha do Sesi. O jogo foi bastante equilibrado e a vitória foi por 2 sets a 0 - ambos por 15 pontos a 14. O terceiro lugar ficou com a dupla Juliana Neves/Nino. Também disputaram o torneio as duplas Angélica/João, Juliana/Rogério, Simone/Adecio e Samanta/Carlos Fassina. Foram realizados dez jogos e a maioria dos atletas são estudantes da Unifamma, exceto Márcia (Ecobras). Nino (Somma Contabilidade) e Carlos Fassina (Lex Contabilidade).
Andradas é campeão do torneio de futsal dos contabilistas
Maringá, 20|07|2009 O time do Escritório Andradas venceu o Contafi/Central por 3 a 1 no último sábado (17) e conquistou o título de campeão do torneio de futsal dos contabilistas. O torneio foi disputado por sete times, na noite de sexta-feira e no sábado, no ginásio de esportes do Sesi. O terceiro colocado foi o Fenix Contabilidade. Na fase de classificação os times foram divididos em dois grupos. Os jogos do Grupo A tiveram os seguintes resultados: Pais Contabilidade 4 x 1 Ossucci Contabilidade; Andradas 3 x 1 Unifamma; Pais Contabilidade 2 x 3 Unifamma; Ossucci 1 x 1 Andradas; Andradas 2 x 0 Pais Contabilidade e Ossucci 5 x 3 Unifamma. Com esses resultados o Andradas e o Ossucci classificaram-se para as semifinais, em primeiro e segundo lugar, com 7 e 4 pontos, respectivamente. Os jogos do Grupo B tiveram os seguintes resultados: Ecobras 4 x 2 Fenix Contabilidade e Contafi/Central 4 x 1 Fenix Contabilidade. O Ecobras não compareceu em quadra para o jogo contra o Contafi/Central e foi eliminado da competição. Com esses resultados o Contafi/Central classificou-se para as semifinais com 6 pontos. O quarto time a se classificar para as semifinais foi o Fenix Contabilidade, após vencer o Unifamma (terceiro colocado do Grupo A), pelo placar de 3 a 1. No primeiro jogo semifinal o Andradas venceu o Fenix Contabilidade por 2 a 1 nos pênaltis, após empatar em 2 a 2 no tempo normal. O destaque do jogo foi o goleiro do Andradas, Luiz Henrique, que defendeu dois pênaltis. No segundo jogo o Contafi/Central venceu o Ossucci por 4 a 3, também nos pênaltis, após empatar em 3 a 3 no tempo normal. Um dos batedores do Ossucci chutou na trave e desperdiçou um pênalti. Na disputa do título o Andradas venceu o Contafi/Central por 3 a 1. O campeão abriu o placar com Milton no primeiro tempo e ampliou no segundo tempo com Régis; o Contafi/Central tentou reagir e diminuiu a diferença com Jessé, mas Milton voltou a balançar a rede adversária e fechou o placar, garantindo o título ao Andradas. Na disputa do terceiro lugar o Fenix Contabilidade venceu o Ossucci por 2 a 0.
Ecobras e Fenix Contabilidade fazem jogo de abertura do torneio de futsal
Maringá, 17|07|2009 Os times do Ecobras e Fenix Contabilidade se enfrentam às 19h30 de hoje, no ginásio de esportes do Sesi, no jogo de abertura do torneio de futsal dos contabilistas. Em seguida acontecem mais dois jogos: o Pais Contabilidade enfrenta o Ossucci Contabilidade e o Andradas enfrenta o Unifamma. O time das empresas contábeis Contafi/Central folga na noite de hoje. O torneio prossegue durante todo o dia de amanhã. Sete times, divididos em duas chaves, vão disputar a competição. O sorteio do chaveamento e dos jogos foi feito na tarde de ontem, num arbitral com representantes dos times e diretores do Sincontábil. Amanhã, a partir das 14h, será disputado também um torneio de vôlei de areia, com seis duplas mistas (masculino/feminino), na cancha do Sesi. Os torneios são organizados pelo Sincontábil, com apoio do Sescap-PR. O endereço do Sesi é Rua Antônio Carniel, 499, Zona 5. O acesso aos torneios é gratuito. Prefeitura vai multar DMS com erro
Maringá, 14|07|2009 A prefeitura de Maringá cobrará multa de R$ 576,00 a partir de setembro para DMS (Declaração Mensal de Serviço) enviada com erros. A informação foi anunciada hoje de manhã pelo chefe do Setor de Imposto sobre Serviços, Marco Antônio Lopes de Azevedo, durante treinamento sobre o sistema ISS Fácil. Segundo Marco Antônio a aplicação da multa tem como objetivo diminuir os erros nas declarações. “As declarações contêm muitas inconsistências e não há como a gente adiar essa decisão. É uma medida extrema, mas não temos outra ferramenta para resolver isso senão com a multa,” disse Marco Antônio. A DMS é feita com o programa ISS Fácil e enviada pela internet. A prefeitura recebe e cruza as informações fornecidas por vendedores e compradores de serviços. Há algum tempo ela colocou à disposição uma ferramenta de consulta online para o contabilista identificar, corrigir e enviar declaração retificadora no prazo de quinze dias. A partir de setembro a prefeitura vai cruzar as informações, identificar o erro e notificar o contabilista para corrigir no prazo de quinze dias. Se a informação não for corrigida a prefeitura aplicará a multa de R$ 576,00. Também poderá haver multa sobre erros existentes nas declarações dos meses anteriores a setembro. Nesse caso, para não ser multado, o contabilista terá que identificar o erro e fazer a correção até o dia 31 de agosto. Até setembro a equipe da Secretaria da Fazenda atenderá os contabilistas que tiverem dúvidas sobre o preenchimento da DMS, através do mecanismo de Perguntas e Respostas existente no programa ISS Fácil, por telefone e também na praça de atendimento da prefeitura. O treinamento da manhã de hoje foi organizado pelo Sincontábil e realizado no auditório do Conselho Regional de Contabilidade - Delegacia de Maringá. Quarenta contabilistas participaram do treinamento, ministrado em equipe por Marco Antônio, Marcos Boaventura, José Valentim e Marcos Paliari. As dúvidas apresentadas no treinamento da manhã de hoje foram respondidas e estão na seção de Perguntas e Respostas do ISS Fácil. Esporte movimenta fim-de-semana dos contabilistas
Maringá, 15|07|2009 O Sincontábil organiza dois torneios neste fim-de-semana, para atletas de futsal e de vôlei de areia dupla mista. O torneio de futsal será disputado por sete times e começa na noite de sexta-feira (17), no ginásio de esportes do Sesi. Já estão inscritos os seguintes times: Ecobras, Pais Contabilidade, Contafi/Central, Ossucci Contabilidade, Unifamma, Fenix Contabilidade e Escritório Andradas. O arbitral para definir os últimos detalhes da competição será às 17h de quinta-feira (16), na sala de reuniões do Sincontábil. No sábado (18), a partir das 14h, na cancha do Sesi, será disputado o torneio de vôlei de areia para dupla mista e já existem seis duplas inscritas. O endereço do Sesi é Rua Antônio Carniel, 499, Zona 5. O acesso aos torneios é gratuito. Tributarista explica funcionamento do Conselho de Contribuintes
Maringá, 13|07|2009 O tributarista Gilberto Gilbert ministrou palestra a contadores na noite da última sexta-feira (9), no auditório do Sindivest (Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá), ocasião em que abordou o tema Conflitos Tributários Estaduais e contou como funciona o Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais da Secretaria da Fazenda do Paraná, onde atua como conselheiro. Expôs informações sobre quantidade de câmaras e conselheiros, ordem e tipos de recursos. Falou sobre casos analisados no Conselho e sugeriu que o contribuinte recorra sempre que discordar da exigência do órgão arrecadador e fiscalizador. “Mas é importante que o contribuinte faça uma boa defesa no Conselho. Não basta recorrer e entregar o assunto aos conselheiros; o contribuinte precisa argumentar e provar que tem razão sobre o que está sendo analisado,” disse Gilberto, que também compõe o Conselho Municipal dos Contribuintes de Curitiba e Conselho de Contribuintes do Ministério da Fazenda. O Sincontábil ajudou o Sindivest na divulgação da palestra para a classe contábil. Receita Estadual alerta empresários sobre ação de pessoas que oferecem “proteção fiscal” O Delegado da Receita Estadual em Maringá, Ézio Capitelli, solicitou ao Sincontábil a divulgação da seguinte nota: “Alerta aos empresários. Pessoas inescrupulosas estão agindo em algumas cidades do Paraná, pressionando empresários a comprarem rifas, calendários, agendas e espaço para publicidade em agendas, oferecendo em troca "proteção fiscal". As mesmas se apresentam em nome de entidade associativa que dizem ser vinculada à Receita Estadual. A direção da Receita Estadual do Paraná esclarece que fazer pressão a contribuintes, vender rifas, calendários, agendas, espaço para publicidade ou qualquer outro expediente da mesma natureza, são incompatíveis com a atividade desenvolvida pelo fisco estadual. A presente informação visa proteger os contribuintes de eventuais condutas motivadas por interesses particulares e escusos, de supostas associações, as quais não possuem qualquer vinculo com a Receita Estadual e seus servidores.” Sindicatos promovem debate sobre obrigatoriedade e importância da contribuição sindical
Maringá, 09|07|2009 O Sincontábil e o Simatec (Sindicato do Comércio Varejista de Ferragens, Tintas, Madeiras, Materiais Elétricos, Hidráulicos e Materiais de Construção de Maringá e Região) realizaram uma reunião com contadores e encarregados de departamento pessoal hoje de manhã, no auditório do Sesc, para debater sobre a obrigatoriedade e corrigir erros no recolhimento da contribuição sindical. Na abertura o presidente do Sincontábil, Orlando Chiqueto Rodrigues, falou sobre o objetivo da reunião. “Nós temos algumas dúvidas, algumas dificuldades no dia-a-dia para o convencimento dos nossos clientes da importância do recolhimento da contribuição. Então esse é o momento da gente discutir com o Simatec e buscar soluções para essas dificuldades, principalmente para explicar aos nossos clientes que a contribuição é compulsória, legal, obrigatória e importante para as empresas. E devemos também apresentar sugestões para que os sindicatos possam melhorar as relações com seus representados, com seus associados,” disse. O presidente do Simatec, Valdeci Aparecido da Silva, falou em seguida sobre qual sindicato deve receber a contribuição e sobre a obrigatoriedade do pagamento. Explicou que existem três sindicatos patronais do comércio em Maringá e região (Simatec, Sivamar e Sincofarma) e que ocorrem muitos erros na identificação do sindicato representante legal da empresa pagadora. “Existe, por exemplo, bastante confusão a respeito do enquadramento das vidraçarias,” disse Valdeci, acrescentando: “Mas o Judiciário já se manifestou que vidraçaria é um subgrupo de materiais de construção, portanto a contribuição das vidraçarias deve ser destinada ao Simatec.” Caso alguma empresa tenha feito o recolhimento a um sindicato não representante legal, a orientação é para que ela faça um pedido de restituição e redirecione a contribuição para o sindicato representante legal. Valdeci sustentou que a contribuição sindical é obrigatória e que o Simatec vai fazer a cobrança, mesmo se for necessário recorrer à Justiça do Trabalho. “Essa verba é distribuída para o sindicato, federação, confederação e Ministério do Trabalho. Então, por se tratar de uma verba pública, é obrigação do Simatec usar todos os recursos para fazer a cobrança, sob pena de ser responsabilizado a pagar essa conta mais tarde,” disse. Em seguida os dois presidentes, contadores e encarregados de departamento pessoal que estiveram na reunião abordaram vários assuntos relacionados à contribuição: se pode haver divisão do valor para dois sindicatos; se as microempresas estão obrigadas a contribuir; prazo de prescrição de dívidas; quem está obrigado a fazer a cobrança; qual é a responsabilidade do contador em relação ao recolhimento; entre outros. Algumas pessoas reclamaram do Simatec, afirmando que o sindicato não envia o boleto de cobrança para as empresas e também que não procura elas para negociar o pagamento, antes de optar pela cobrança judicial no Ministério do Trabalho. Valdeci discordou e disse que envia os boletos e procura as empresas para negociar o pagamento extra-judicial. Houve a sugestão de que a assessoria jurídica do Simatec identifique o contador da empresa devedora e solicite ajuda na mediação do pagamento, antes da opção pelo recurso judicial. Orlando Chiqueto disse que o contador deve orientar os empresários em relação à contribuição. “Não é preciso esperar que o sindicato representante legal envie o boleto, o contador pode se adiantar, emitir o boleto, apresentar ao cliente e explicar sobre a importância do pagamento da contribuição,” disse. O presidente do Sincontábil também alerta os contadores para o fato de que existem muitas organizações fantasmas cobrando taxas e contribuições indevidas. “O correto é o empresário consultar o contador antes de fazer qualquer pagamento relacionado a taxa, contribuição, etc. O contador é que deve informar o que deve ou não ser pago pela empresa,” orienta Chiqueto. Quarenta contadores e encarregados de departamento pessoal estivaram na reunião organizada pelos dois sindicatos. Dia do Comerciante será comemorado em Maringá com série de palestras Assessoria Sivamar De 13 a 17 de julho, o Sivamar (Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista de Maringá e Região), em parceria com o Sistema Fecomércio-PR/Sesc/Senac e a Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Negócios de Maringá, realiza a Semana do Comerciante, que terá palestras com diversos especialistas da área de varejo, gerenciamento de recursos humanos e motivação profissional. O evento vai marcar a passagem do Dia do Comerciante, comemorado em 16 de julho. As palestras serão realizadas no auditório Darci Piana, na sede do Sivamar, e no auditório do Senac. O ingresso para cada palestra custa R$ 10 e um litro de leite longa vida. O leite será encaminhado para entidades assistenciais. É necessário fazer inscrição antecipadamente, pelo telefone 3026-4444. Confira a programação de palestras:
Data: 13/07
Data: 14/07
Data: 15/07
Data: 16/07
Data: 17/07
Atletas do Jocopar deverão comprovar pagamento da contribuição sindical
Maringá, 04|07|2009
O diretor Antônio Gaspar Rafael (Toninho) esteve em Ponta Grossa em 26 de junho, ocasião em que participou de arbitral preparatório da próxima edição dos Jogos dos Contabilistas do Paraná (Jocopar), que serão disputados entre os dias 11 e 14 de novembro, em Curitiba. Ele integra a comissão da Federação dos Contabilistas do Paraná encarregada de organizar os jogos estaduais. Toninho anunciou três decisões relacionadas ao Jocopar, definidas no arbitral: a taxa de inscrição será de R$ 50,00 por atleta; será exigida a comprovação do pagamento da contribuição sindical deste ano; o último arbitral, para sorteio dos grupos e jogos, será em 9 de outubro, em Curitiba. Ele falou também sobre a expectativa de formar uma delegação com sessenta atletas para representar Maringá nos jogos estaduais. “A intenção é ser campeão ou vice-campeão no futebol suíço livre, para garantir a participação da cidade nos Jogos Sul-Brasileiro dos Contabilistas, que serão disputados em Porto Alegre em 1010,” comenta Toninho. Ele anunciou também as atividades esportivas para o segundo semestre em Maringá, que incluem os torneios de futsal, de vôlei de areia e o campeonato de futebol suíço. O torneio de futsal será disputado nos dias 17, 18 e 19 de julho, no ginásio de esportes do Sesi e o torneio de vôlei de areia, para duplas masculino/feminino no dia 18 de julho, também no Sesi. As inscrições para os dois torneios já estão abertas e devem ser feitas na sede administrativa do Sincontábil, ao custo de R$ 200,00 por equipe de futsal e gratuita para as duplas de vôlei de areia. Em relação ao campeonato de futebol suíço, segundo o diretor Toninho, a intenção é começar em agosto. A novidade deste ano é que deverá existir um campeonato paralelo para atletas da categoria master, incluindo equipes convidadas de órgãos públicos (Receita Federal, Secretaria Municipal da Fazenda, Receita Estadual, Caixa e OAB). Rachão de futebol suíço nas noites das quartas-feiras continua prestigiado
Um grupo de contabilistas disputa um rachão de futebol suíço nas noites de quarta-feira, na Sede Campestre Ebal Dezontini. Ontem foi disputado mais um desses rachões, com o comparecimento dos atletas Douglinhas, Alessandro, Ferrari, Mauro Espanhol, Carlão, Max, Valcir, Mexicano, Valdecir, Babá, Pazinatto, Lucas, Ailton, Milton Gaúcho, Pequeno, Aroldo, Gilmarzinho, Orlando Chiqueto, entre outros. Depois do futebol o grupo saboreou uma deliciosa janta preparada por Abelão e Marcelo Chiqueto, com arroz, salada e churrasco. A despesa do jantar normalmente é rateada entre os atletas ou patrocinada por alguém do próprio grupo. Com os rachões os contabilistas buscam uma vida mais saudável, com melhoria no condicionamento físico e também no aspecto emocional, já que os encontros são bastante descontraídos, com muita camaradagem entre as pessoas.
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