|
Março 2008
Comissão vota nova regra para tributos de microempresas
Brasília, 18|03|2008
Agência Câmara
A Comissão de Desenvolvimento Econômico,
Indústria e Comércio pode votar na amanhã (19) o Projeto de Lei Complementar
111/07, do deputado Geraldo Thadeu (PPS-MG), que autoriza as micro e
pequenas empresas a receber e transferir créditos relativos a impostos e
contribuições. O deputado lembra que, atualmente, as empresas que aderem ao
Supersimples estão impedidas de transferir créditos como os relativos ao
ICMS para empresas de maior porte. Segundo ele, essa restrição reduz o
potencial de negócios das microempresas e diminui sua competitividade.
O projeto também permite que as micro e
pequenas empresas utilizem ou destinem valores a título de incentivo fiscal.
O relator, deputado Renato Molling (PP-RS), recomenda a aprovação da
proposta.
Empresas colaboram na organização do jantar
dos contabilistas
Maringá, 18|03|2008
O presidente do Sincontábil, Orlando Chiqueto
Rodrigues e os diretores Mauro Espanhol e José Vanderley Santana reuniram-se
com empresários parceiros dos contabilistas na manhã de segunda-feira (17),
na sala de reuniões do sindicato, para acertar detalhes da participação de
empresas no jantar alusivo à passagem do Dia do Contabilista (foto acima). O
Dia do Contabilista é 25 de abril, mas o jantar acontecerá na noite de 10 de
maio, no Mont Serrah Eventos, em razão do elevado volume de trabalho de
abril com a entrega da declaração de imposto de renda da pessoa física.
Estiveram na reunião as seguintes pessoas:
Carlos Roberto Veltrini, sócio-gerente da Futura Informática/Pholy Sistemas;
Cleber Luiz Sfolia, gerente da filial Maringá da EBS Sistemas; José Vilmar
Rodrigues Macedo, representante da Mastermaq Softwares; Luciano Alves
Pinheiro, analista de sistemas da Central Soft; Manoel Traba, assistente
comercial da Contadez; Osvaldo Frare, diretor da Publisoft; Rodrigo Bogoni,
gerente da filial Maringá/Londrina da Domínio Sistemas; Silvio César
Crispim, representante da JC Informática/Exactus Softwares e Vivian Medeiro,
gerente da filial Maringá da Vilage Marcas e Patentes.
No ano passado o grupo de empresas patrocinou
três aparelhos de tv 29 polegadas que foram sorteadas entre os
contabilistas, distribuiu garrafas de vinho para acompanhamento do jantar e
também distribuiu flores às mães que estavam no evento, numa referência ao
Dia das Mães.
Maringaenses prestigiam solenidade de posse do CRCPR
Maringá, 18|03|2008
Cerca de cinqüenta maringaenses participaram
da solenidade de posse de Paulo César Caetano de Souza na presidência do
Conselho Regional de Contabilidade do Paraná (CRCPR), ocorrida na noite da
sexta-feira (14), no Iate Clube de Londrina. Na solenidade também foram
empossados quatorze conselheiros, entre titulares e suplentes. O Sincontábil
fretou um micro-ônibus e levou dezessete pessoas ao evento.
Projeto susta norma sobre envio de dados de conta bancária
Brasília, 18|03|2008
Maria Neves - Marcos Rossi
Agência Câmara
De autoria do deputado Arnaldo Jardim
(PPS-SP), o Projeto de Decreto Legislativo 472/08 susta norma da Receita
Federal que obriga as instituições financeiras a enviar informações sobre
contas de correntistas cuja movimentação ultrapasse R$ 5 mil por semestre,
para pessoas físicas, e R$ 10 mil, para pessoas jurídicas.
O deputado destaca que a Instrução Normativa
802/07, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2008, foi criada com a
justificativa de que aumentaria o combate à sonegação fiscal, em
substituição à função fiscalizatória da CPMF, que deixou de ser cobrada
neste ano. Na opinião de Jardim, porém, a medida representa quebra de sigilo
bancário. Ele ressalta ainda que, de acordo com a Lei Complementar 105/01,
dados bancários só podem ser repassados para a Receita nos casos de processo
administrativo instaurado ou de procedimento fiscal em curso.
O projeto será analisado pelas comissões de
Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, e terá de
ser votado pelo Plenário.
Setor de bens de capital quer desoneração
tributária e isonomia em relação a outros países
Rio de Janeiro, 18|03|2008
Alana Gandra
Agência Brasil
O setor de bens de capital, de alto valor
agregado, espera que as novas medidas de política industrial do governo
tragam a desoneração tributária, com isonomia em relação aos demais países,
além de alongamento dos financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Aguarda também a redução da Taxa
de Juros de Longo Prazo(TJLP) praticada pelo BNDES em suas operações.
“Bens de capital, isto é, máquinas e
equipamentos sob encomenda, não são tributados no mundo inteiro. Quando uma
empresa decide fazer investimentos e, portanto, comprar máquinas, elas não
são tributadas. Não existe imposto sobre máquinas na Europa, nos Estados
Unidos e na China”, disse o vice-presidente da Associação Brasileira da
Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso Dias Cardoso, em
entrevista à Agência Brasil.
No Brasil, entretanto, o investimento “é
fortemente tributado”, disse Cardoso. Os tributos representam um terço da
máquina produzida no país, sendo o principal custo o Imposto sobre
Circulação de Mercadorias (ICMS). “O que esperamos do governo é a
desoneração do investimento. Ou seja, que o componente imposto seja reduzido
no custo do investimento.” Ele explicou que isso poderia ser feito através
da compensação rápida desses impostos pelos adquirentes das máquinas.
Segundo Cardoso, o setor poderia trabalhar em
igualdade de condições com o resto do mundo, se não incidissem impostos
sobre ele. “Com isonomia”, ressaltou, ao lembrar que o Brasil foi, há cerca
de 15 anos, o quinto maior produtor de bens de capitais do mundo e hoje está
na 14ª posição, “porque o investimento no Brasil é muito caro”. Para ele,
essa isonomia valeria também para o bem importado, “para criar um clima de
investimento no país”.
Cardoso informou que representantes do setor
já mostraram ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior,
Miguel Jorge, e ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a necessidade de
alongamento dos financiamentos concedidos pelo banco. Como exemplo, disse
que, enquanto uma pessoa física compra um carro em 60 meses e um imóvel em
até 240 meses, as máquinas financiadas pelo BNDES têm de ser pagas em 48
meses.
A Abimaq defende a ampliação do prazo de
pagamento dos financiamentos. Embora o aumento do prazo implique elevação de
juros, Cardoso afirmou que a redução do valor da parcela “incentivaria o
adquirente de máquina a investir na produção”. A associação pede também taxa
de juros mais baixa. Atualmente, no financiamento de máquinas e
equipamentos, a taxa de juros do BNDES é em média de 14% ao ano. No
exterior, disse ele, a média é de 3% ao ano, sendo de 2,5% ao ano nos
Estados Unidos, onde, em alguns casos, chega a 0%.
Ele destacou que o setor de bens de capital
gera emprego e impostos e criticou a taxa de juros de 14% ao ano. “Isso não
existe em lugar nenhum do mundo”, disse ele, afirmando que é preciso
ultrapassar essa barreira. “O Brasil está se modernizando, a política
econômica está dando certo, o país está aquecendo, e a gente tem esses
dogmas. Há 20 anos a gente trabalha com esse cenário.”
Apesar de reconhecer que a taxa de juros
baixou, Cardoso ainda a considera muito alta para comprar máquinas e
equipamentos. Para ele, outra questão complicada é o crédito. “Não adianta o
BNDES alongar os prazos, ter a melhor taxa de juros, se o adquirente da
máquina não tem crédito para comprá-la.” A burocracia também é problema: se,
por alguma razão, a pessoa não consegue tirar a CND (Certidão Negativa de
Débito), não tem acesso ao crédito. “Existe uma burocracia grande ainda para
conseguir os financiamentos do BNDES”, destacou.
Procurada pela reportagem, a direção da
Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros)
informou que só irá se pronunciar sobre as novas medidas de política
industrial quando forem divulgadas pelo governo federal. Também procuradas,
a Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib) e a
Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (Aiab) não se
manifestaram.
Estados serão recompensados se carga
tributária ultrapassar arrecadação, diz Appy
Brasília, 18|03|2008
Daniel Lima
Agência Brasil
O governo pretende criar uma "trava" para
evitar o peso dos impostos na economia com a reforma tributária. Segundo o
secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, se
no primeiro ano das mudanças a carga tributária ultrapassar a arrecadação
com o Imposto Sobre Valor Adicional Federal (IVA-F) e com a unificação da
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Empresas (CSLL) com o imposto
de renda das empresas, o governo dará algum tipo de compensação aos estados.
O cálculo será feito sobre a arrecadação do
ano anterior, a inflação e mais a variação do PIB estimado, segundo Bernard
Appy.
O IVA-F faz parte da proposta de simplificação
de impostos federais dentro da reforma tributária em tramitação no Congresso
Nacional, e agregará a Cofins, o PIS, a Cide.
Nota fiscal eletrônica será obrigatória na
venda de cigarros e combustíveis a partir de abril
Brasília, 18|03|2008
Daniel Lima
Agência Brasil
A nota fiscal eletrônica (NF-e) passará a ser
obrigatória a partir de 1º de abril para os segmentos de combustíveis e
cigarros. Será o primeiro passo, segundo informações divulgadas pela Receita
Federal, para que esse tipo de registro informatizado seja utilizado na
compra e venda de produtos em todo o país.
As NF-e são documentos virtuais emitidos pelos
estados via internet, nas transações entre empresas, e assinados
digitalmente.
De acordo com o secretário de Política
Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, a NF-e é importante porque
no momento em que o governo federal apresenta a proposta de reforma
tributária ao Congresso Nacional, servirá com base de dados para a
unificação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em
todo o país, e permitirá a comparação entre a incidência de tributos em cada
produto em cada estado.
O número de notas fiscais eletrônicas (NF-e)
emitidas atualmente chega a 4,5 milhões, num volume de recursos de
aproximadamente R$ 35,8 bilhões.
A assinatura digital dá a autenticidade ao
documento, porque usa chaves públicas e privadas, que são códigos
criptografados que permitem apenas o acesso às informações por quem as
enviou e por quem as recebeu.
A NF-e além de reduzir custos para as empresas
e modernizar a gestão, permite aos fiscos estaduais e federal combaterem a
sonegação de impostos.
De acordo com a Receita, também evita a
concorrência desleal, porque os impostos passam a ser cobrados de todos,
além de reduzir os erros de escrituração na entrada e saída das mercadorias.
Marinho quer urgência na tramitação de projeto
de lei sobre as filantrópicas
Brasília, 1|03|2008
Assessoria MPS
O ministro da Previdência, Luiz Marinho,
afirmou nesta segunda-feira (17) que existe a possibilidade de o governo
pedir que o projeto de lei das filantrópicas tramite em regime de urgência.
Marinho destacou que o objetivo do projeto é reordenar o processo de
concessão de Certificados de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas)
e, o ideal, é que isto seja feito o mais rápido possível. “Estamos propondo
uma mudança radical no sistema de concessão de Cebas. Não faz sentido o
ministro da Previdência julgar recursos em última instância, assim como,
para nós, não faz sentido o CNAS (Conselho Nacional de Assistência Social)
fazer a análise de concessão ou não”, disse Marinho.
A proposta enviada ao Congresso estabelece que
a competência para conceder ou não os certificados passa a ser dos
respectivos ministérios. Ou seja, o Ministério da Saúde decide se a
instituição presta bons serviços à população e deve gozar do benefício pois
cumpre a função de complementar a rede pública em determinada localidade. O
mesmo ocorre com as instituições de ensino e de assistência social, que
terão certificados concedidos pelos ministérios da Educação e de
Desenvolvimento Social.
Outra vantagem é que estes ministérios terão
maior capacidade para cumprir a obrigação de fiscalizar se as entidades
contempladas estão realmente cumprindo com as obrigações e oferecendo à
sociedade serviços de qualidade e na quantidade exigida em lei. Com a
aprovação do projeto, os ministérios passarão a ter a possibilidade de
iniciar a fiscalização das entidades tão logo considerem necessário, sem a
necessidade de esperar por três anos, conforme prevê a legislação atual. “Ao
analisar se a entidade está prestando um serviço de qualidade, se serve para
o complemento da rede pública ou não, o ministério poderá interromper a
isenção a qualquer momento e determinar que a Receita passe a cobrar os
impostos devidos”, afirmou Marinho.
O ministro explicou que, pelas regras atuais,
os Cebas têm validade de três anos e, só após esse período, são
fiscalizados. Caso a entidade não tenha cumprido as determinações legais e
usufruído das isenções de forma indevida, a Receita Federal deverá cobrar os
impostos referentes a todo o período.
Segundo o ministro, os critérios para
concessão de isenção de impostos federais para entidades beneficentes não
funcionam como deveriam. Entre outros motivos, ele aponta o fato de não ser
atribuição do Ministério da Previdência Social fazer o controle social,
fiscalizar e decidir se, para complementar a política das áreas da saúde,
educação e desenvolvimento social, interessa dar isenção a uma entidade, de
uma determinada cidade. “São os ministérios responsáveis por essas áreas que
têm instrumentos, ferramentas para fiscalizar e decidir quem deve ou não
gozar de isenções para complementar a atuação do Estado”, disse Marinho.
O Cebas é o reconhecimento de que a
instituição presta relevantes serviços à comunidade. As entidades que
possuem o documento podem usufruir de diversos benefícios concedidos pelo
governo federal. Elas passam a ter isenção da cota patronal da contribuição
previdenciária e também deixam de recolher PIS, Cofins, CSL e a extinta
CPMF. Para ter direito ao certificado essas instituições têm que cumprir uma
série de exigências, entre elas, oferecerem serviços gratuitos à população.
Anualmente, as isenções concedidas às entidades consideradas beneficentes
representam, apenas para a Previdência, uma renúncia fiscal de cerca de R$ 5
bilhões por ano.
Hora extra: atenção a este adicional previsto
em lei
Brasília, 18|03|2008
Assessoria MTE
Esse dinheiro suado, ganho às custas de horas
trabalhadas além do expediente, faz o salário aumentar e é muito bem vindo.
Por isso, prestar atenção nas regras para o recebimento das horas extras é
fundamental
A hora extra, que dá uma boa ajuda ao
incrementar o salário do trabalhador no fim do mês, é considerada como o
tempo trabalhado além da jornada diária estabelecida pela legislação, ou
pelo contrato de trabalho. No Brasil, a prestação do trabalho extraordinário
não pode exceder duas horas por dia. O direito a este adicional está
previsto nos arts. 7º, XVI, da Constituição Federal de 1988 e 59 da CLT.
Ultrapassar este limite só é permitido quando
o empregador está sujeito a situação de força maior, serviço inadiável ou
prejuízos iminentes.
Todo empregado que trabalhar em jornada
ampliada, terá direito a perceber um adicional de no mínimo 50% sobre o
valor da hora normal, caso o trabalho seja efetuado em dias da semana (de
segunda a sábado), e de 100% aos domingos e feriados. Esses percentuais
podem ser elevados por vontade do empregador, acordo entre as partes ou
instrumentos normativos.
Atenção - Para saber quanto vale sua hora
extra é preciso conhecer o valor da sua hora trabalhada, ou seja, qual é seu
salário-hora. Supondo que você trabalhe oito horas diárias durante cinco
dias da semana, e seu salário seja R$ 800. Por mês você trabalha 220 horas.
Para saber quanto você ganha por hora, divida
seu salário mensal pelas horas trabalhadas. O resultado é o salário-hora. Em
seguida, pegue seu salário-hora e acrescente 50% (percentual legal da hora
extra). O resultado será o valor de uma hora extra. Por último, multiplique
o valor de uma hora extra pelo número de horas trabalhadas a mais. A conta
mostrará o total em dinheiro que você deverá receber pelas suas horas
extras.
Gilmar ministra palestra sobre responsabilidade civil na Faculdade Cidade
Verde
Maringá, 17|03|2008
Jessé Vidigal
O vice-presidente do Sincontábil, Gilmar
Silvio Bachi, ministrou palestra a acadêmicos de Ciências Contábeis da
Faculdade Cidade Verde, na noite de 10 de março, ocasião em que abordou a
responsabilidade do contabilista a partir de 2002, com a vigência do novo
Código Civil (foto acima). Gilmar é graduado em Direito e empresário
contábil.
Ele alertou os futuros contabilistas para que
eles produzam documentos idôneos. “O contabilista também pode atrapalhar a
vida das pessoas, por isso o Código Civil criou mecanismos para reparar os
danos que ele causar a outras pessoas,” disse Gilmar, acrescentando: “Vocês
precisam ter cuidado porque podem perder o patrimônio pessoal, a casa, o
carro, etc.”
Conforme a legislação atual o contabilista
deve ter muito cuidado na emissão de Documento Comprobatório de Rendimento
(Decore, na elaboração de contrato social de empresas e no fornecimento de
informações fiscais aos órgãos públicos de arrecadação e fiscalização. “O
contabilista precisa ter cuidado na abertura de empresas, porque tem muitas
arapucas por aí" disse Gilmar. Arapucas são falsas empresas criadas para a
prática de estelionato
Em relação às informações fiscais já existem
ocorrências em que o órgão arrecadador identifica e responsabiliza a empresa
por erro e prejuízo; esta, por sua vez, procura transferir a
responsabilidade para o contabilista, através de ação judicial. Esse tipo de
ação judicial está aumentando, assim como a contratação de seguro de
responsabilidade civil por parte dos contabilistas.
Presidente do Sincontábil ministra palestra
para acadêmicos da UEM
Maringá, 10|03|2008
Jessé Vidigal
O presidente do Sincontábil, Orlando Chiqueto
Rodrigues, esteve na Universidade Estadual de Maringá na manhã da última
quarta-feira (5), para apresentar o sindicato a estudantes do quarto ano de
graduação em Ciências Contábeis e ministrar palestra sobre empreendedorismo
e oportunidades de trabalho para contadores.
Chiqueto falou sobre a história do sindicato,
relacionou os ex-presidentes e atuais diretores e também falou sobre as
principais atividades conduzidas pelo Sincontábil, como a organização anual
do jantar alusivo à passagem do Dia do Contabilista, os treinamentos de
atualização profissional, o campeonato de futebol suíço e o torneio de
futsal. Também falou sobre o trabalho de representação da classe contábil em
Maringá e outras cidades brasileiras, com organização de caravanas para
maringaenses participarem de eventos como a Convenção dos Contabilistas do
Paraná, Convenção Nacional de Empresas de Serviços Contábeis e Encontro
Nacional da Mulher Contabilista, entre outros. E destacou o atendimento
gratuito prestado à população com preenchimento e envio da Declaração de
Isento para a Receita Federal.
Finalizando a apresentação ele citou os
principais eventos organizados pelo sindicato nos últimos anos, como a
décima edição dos Jogos dos Contabilistas do Paraná (2001), o primeiro e
segundo Encontro de Contabilidade do Noroeste do Paraná (2003 e 2005), o
primeiro e segundo Encontro de Contadores Públicos do Paraná (2003 e 2005) e
o segundo Encontro Paranaense da Mulher Contabilista (2007).
Sobre o mercado de trabalho para os
contadores, Chiqueto alertou os estudantes para a necessidade de atualização
contínua dos conhecimentos. “O diploma que vocês vão receber é perecível,
tem prazo de validade. Vocês terão que cursar a graduação, depois
pós-graduação, depois o doutorado. Vocês terão que estudar sempre” disse. Em
seguida acrescentou que “as empresas estão preferindo pessoas com capacidade
de aprender, ao invés de pessoas que já sabem.”
Depois, durante aproximadamente quarenta
minutos, ele citou números da atividade contábil, do empreendedorismo e de
características das micro e pequenas empresas, sempre enfocando as
possibilidades de trabalho para os contadores e a missão que eles têm na
construção de um novo cenário para as empresas brasileiras.
Sincontábil homenageia contabilistas no Dia Internacional da Mulher
Maringá, 10|03|2008
Jessé Vidigal
Cento e cinco contabilistas foram ao café da
manhã que o Sincontábil organizou na última sexta-feira (7) para registrar a
passagem do Dia Internacional da Mulher. O presidente Orlando Chiqueto
Rodrigues e as diretoras e funcionárias do sindicato recepcionaram e
felicitaram as contabilistas pela data. Na abertura Chiqueto falou ao grupo
sobre o ideal de que “a mulher seja parceira e não concorrente do homem.”
Depois destacou as qualidades femininas no trabalho e finalizou pedindo para
que as mulheres “tenham ações que contribuam para a melhoria da sociedade.”
Após a abertura o fisioterapeuta Luiz Fernando
Aguera Vieira (Paraná Assistência Médica / Clínica Franqui e Nouvotni)
conduziu cerca de vinte minutos de ginástica laboral e em seguida a
psicóloga Carolina Borges fez uma reflexão sobre o tema O Desejo de Alcançar
a Felicidade, onde sugeriu que a mulher deve “cuidar da casa interior, mudar
a si mesma para provocar mudanças nas pessoas que estão próximas.”
Ao final foi servido um café da manhã e
distribuído brindes fornecidos por representantes das marcas Laqua di Fiori
e Akakia Care, ambas com linhas de perfume e cosméticos.
A delegada da Mulher em Maringá, Paula
Francinete Rodrigues Nunes e a secretária de Esportes e Lazer do Município
de Maringá, Edith Dias de Carvalho, prestigiaram o evento das contabilistas,
realizado nas dependências do Crea/Maringá – Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia. |